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quinta-feira, 31 de março de 2016

Conto: Após a festa no yatch club

Bem, eu e o Roberto nos conhecemos há mais de uma década. Gosto do blog dele e em uma conversa recente sugeri a ele que, de vez em quando, publicasse um relato no blog. Ele concordou em publicar o relato e então resolvi escrever alguma coisa.
Sou o tipo de homem que se você encontrar na rua não vai dizer qual é a minha: barbudo, peludo, urso dentre os ursos, já estive mais gordinho, hoje mais musculoso. Sou pauzudo (20 cm de pica) e bundudo, e como muitos, comecei como ativão fodão e hoje sou flex.


 

                          



 Sexualmente sou muito inquieto. Já experimentei quase de tudo e em todas as posições. Já pensei que em algum momento meu comportamento fosse compulsivo e até no médico fui. Mas depois de muita terapia – e de eu comer o terapeuta – concluiu-se que meu caso é de safadeza crônica.
Em termos de porcentagem, de 10 fodas, 9 eu como, mas, na prática, gosto das duas coisas. Já falei pro Roberto que ele deveria liberar o rabo de vez em quando – e também já achei que ele até liberasse, por de trás das lentes, mas não adianta, o cara é ativo radical. Melhor assim, não se deve estragar o que é bom.
Baile no Yatch Clube
Foi uma daquelas noites quentes de Brasília, sem uma nuvem no céu. O baile rolando, e eu, que tinha ido ao clube por que tinha que encontrar meus amigos, já estava ligeiramente alto e tesudo. O Baile era a rigor, todo mundo vestido de smoking. Festa daquelas que as pessoas esperam o ano todo pra ir. Mulheres de sapado alto, homens de gel no cabelo, todo mundo cheiroso e arrumado. Dancei com meus amigos e amigas, rimos papeamos, enfim, curti a festa. Lá pelas tantas, fui dar uma volta no jardim, fora da festa, já morrendo de calor – e de tesão – e comecei a dar aquela passeada básica pela parte mais escura. Em um dos cantos do jardim vi um casal dando um amasso. Fique olhando meio de longe, os dois estavam muito na penumbra mas estavam contra a luz, então via os contornos dos dois corpos.
Um cara forte, não sabia dizer se feio ou bonito e uma menina de cabelo bem comprido, um vestido meio tomara-que-caia, daqueles sem alça. Os dois em pé, ele meio reclinado encostado numa parede, já sem paletó, abraçado nela. Beijavam-se daquele jeito que só o tesão e o álcool embalam. Ele mordia os pescoço dela e com uma mão já enfiada embaixo do vestido metida os dedos na buceta. A menina apertava a mala do cara em cima da calça do smokin - o pau do cara estava tão duro que dava pra ver pelo contorno do corpo uma ponta volumosa na altura da virilha do cara. Fique de pau duro e assisti um pouco a cena, quando um chato chegou com duas meninas pra fumar e espantou os dois. Eu que já estava mal intencionado fiquei subindo pelas paredes. Despedi-me dos meus amigos e rumei pro Parque da Cidade.
Todos os viados e bi sexuais sabem que o Parque da cidade, em Brasília, é endereço de quem está querendo bagunça. A coisa ganha até contorno temático, com certos dias da semana e estacionamentos mais direcionados a um público ou outro. Peguei meu carro e comecei a olhar o povo rodando. Tinha gente de tudo que é jeito. Aquele povo que só fica rodando e nunca para, aqueles que nunca fazem nada, aqueles que resolvem encontrar “as amigas” e parar o carro pra bater papo e estragar a foda da galera, aqueles que ficam com os vidros super escuros fechados e você não consegue ver a criatura dentro do carro, enfim, o típico.
Rodei, mudei de estacionamento, voltei pro mesmo anterior, parei o carro, fiz o que todo mundo faz: fiquei naquela punhetação da madrugada - as vezes conversando com um ou outro que chegava, mostrando o pau, dando umas pegadas num pau ou noutro, deixando que alguém pegasse no meu, mas a coisa não engrenava. Em certo momento um cara dentro de um Ford Ka parou do meu lado e me falou:
- E ai cara, procurando o que?
Eu virei pro lado, olhei pra cara do fulano e pensei comigo: “com você nada”. Baixinho, dava pra ver pelo jeito que estava no carro, achei feio, magro, sem grandes atrativos, uns óculos de grau enormes, cabelo encaracolado, enfim, nada me atraiu no cara. Acabei respondendo:
 - Não to procurando nada cara, estou aqui de boa. Valeu ai e boa sorte.
Liguei o carro e fui embora continuar a caça. A noite foi ficando curta e o parque ficando mais vazio. Mas a todo momento encontrava com o cara do Ford K, que ficava me olhando com aqueles óculos enormes.
 Dei umas brincadas e tals, mas nada mais sério. Já meio que querendo ir pra casa, entrei em um último estacionamento, um mais profundo, que fica perto de umas das saídas da asa sul. Tinha um cara parado numa sombra, não dava direito pra ver que carro era, mas dava pra ver que estava com a porta aberta. Desliguei as luzes do meu carro e fui chegando perto.
Quando vi, era o tal Ford K. Mas já estava perto demais pra não passar ao lado do carro -  e quando passei, olhei e lá estava o fulano: porta aberta, pau na mão socando uma lenta punheta. Ele realmente era baixinho, mas o pau do cara era lindo. Aqueles paus que deviam ser modelos pra consolo: reto, grande, grosso, cabeçudo. Fiquei  hipnotizado pelo pau do cara. Parei o carro paralelo ao dele e desci. Ele me olhava com uma cara meio que de bravo, enquanto alisava o pau. Eu cheguei perto, ele vira e fala:
- Viado é tudo igual, é só mostrar o pau que desce do salto.
Eu ignorei o comentário do cara e peguei no pau dele. Que pau quente, puta que pariu. Sentia o cheiro de tesao, mesmo com o pau longe do meu nariz. Ele me olha bem nos olhos e me falou:
- Chupa.
Autoritário pra caralho. Em outra situação eu teria ficado puto, mandado ele tomar no meio do cu e saído dali. Mas estava tão tesudo e o pau do cara era tão bonito que quando me dei conta estava, de smoking, ajoelhado fora do carro, chupando o pau do cara. Fiquei naquela situação por um bom tempo, metendo a pica na boca. A pica quase não cabia, apesar de eu ser muito maior que o fulan. Depois de uns minutos, já com dor na mandíbula, dei aquela parada pra ajeitar a boca e descansar um pouco.  O cara me olha bravo, e falou ríspido:
- Quem mandou você para de chupar viado?
Não tive tempo de reagir, quando senti  um tapa na cara, mas daqueles de zunir. Fiquei até meio atordoado e sem reação, e ele, me empurrou a cabeça pra baixo e eu meti a boca na pica de novo. Depois do tapa a coisa ficou diferente. Parecia que uma corrente elétrica passava pelo meu corpo. Chupei até quase não aguentar mais, quando o cara vira e me fala:
 - Tira a camisa viado.
E eu tirei... sem nem perguntar por que. O cara abriu uma pasta, parecia uma bolsa de trabalho. Na hora gelei, pensei comigo “putz, esse cara vai tirar uma arma, uma faca, sei lá o que daí de dentro”. Mas ele tirou uns documentos, presos por uns prendedores de papel pretos grandes. Tirou os prendedores de papel dos documentos, voltou os documentos para dentro da pasta, chegou perto de mim e perguntou:
- tem tesao na teta viado?  Tá com cara de que tem.
Não me esperou responder, pegou o primeiro prendedor de papel e prendeu meu mamilo. Doeu, mas, ao mesmo tempo me deu um tesão, que quase gozei na cueca. Pela minha cara, e pelo meu silêncio, ele percebeu que eu tinha gostado. Colocou no outro mamilo. Fiquei com os dois mamilos apertados pelos prendedores de papel. Aquilo machucava mas me dava um tesão, que não conseguia entender. Nisso, ele já tinha saído do carro e estava em pé encostado na lateral do passageiro, entre o meu carro e o dele e eu ajoelhado no chão. Mandou:
- chupa.
E eu chupei cara, com uma vontade, como se nunca tivesse chupado um pau na vida. A medida que eu chupava ele torturava meus mamilos, tirando e colocando os prendedores de papel, as vezes massageando com os dedos, apertando, e colocando os prendedores de novo.
Lá pelas tantas, ele para, tira o tapete do piso do carona do carro dele, coloca no chão no estacionamento e me ordena:
- Arreia as calças viado.
Eu na hora disse – não cara! – e novo tapa na cara. Ele retrucou:
- Fica tranquilo viado, você vai gostar, não tem perigo, ninguém tá vendo o príncipe aqui no chão apanhando.
Fiquei tão tesudo e assustado, mas tirei a faixa de cetim da cintura e desabotoei a calça. Ele na hora puxou a calça pra baixo, que chegou no meu joelho.   Ordenou:
- Pro tapete de quatro!
E eu fui... não sabia o que fazer. Só tinha tesão. Vi ele mexendo no porta luvas de novo e saindo com uma pequena bolsinha. Só senti o dedo gelado com uma coisa viscosa, que presumi ser um gel ou creme e ouvi ele falando:
- Que cuzinho apertado, não tá acostumado a dar o cu viado. Tu deve ser casado... Mas nasceu pra dar o cu viado... e tem que dar todo dia.... tem que acostumar... o cu tem que pedir pica...
Meu pau a essa altura pingava de tesao. Ele com um,... dois,... três dedos no meu rabo. Nisso tentei levantar a cabeça por que pensei ter ouvido um carro, e ele diz:
- fica tranquilo que to olhando viado. Não tá vindo ninguém. Tá querendo outro macho aqui pra te foder filho da puta?
Eu nem respondia, só gemia. Ele ficou massageando meu cu por um tempo. De repente senti uma coisa super fria no cu. Meio que assustei e coloquei a mão pra trás, e senti uma peça de metal grossa e pesada. Na hora perguntei o que era aquilo. Ele com uma risada meio histérica respondeu:
- É a trava de segurança do câmbio viado. Quero lacear esse teu rabo um pouco. Não gosto de cu apertado... empina essa bunda porra.
O cara estava com o aquela trava de segurança, uma coisa que se usava antigamente que tem uma alça numa ponta, pega o pedal do carro de um lado e o cambio do outro, e metendo a barra no meu cu. Aquilo entrava e saia gelado, pesado. Tirou, o troço e ouvi um barulho de camisinha sendo rasgada.
- agora vou te comer viado, pra vc não esquecer de mim.
Ele nem tinha terminado de falar e senti a metida. Não sei se senti mais dor ou tesao. Meteu e tirou o pau de uma vez. Quase virou meu cu pra fora. Meteu de novo, mas agora metia sem parar. Metia e batia na minha bunda. Me chamava de tudo que é nome. Me comeu por quase uns 15 minutos. Quando anunciou que ia gozar senti aquele pulsada da pica dele, de quem está ejaculando. Não fez barulho. Só apertava minha bunda.
Tirou a pica e a camisinha saiu pesada. Virou a camisinha pelo avesso na minha bunda, que despois descobri que estava toda vermelha.
- Viado gostoso, vou comer de novo...
Ouvi isso e me levantei. Ele continuava com os óculos me olhando. Chegou perto e me deu um beijo gostoso na boca. Peguei minha roupa entrei no meu carro e arranquei dali. Já começava a amanhecer o dia. Cruzei com uma ou outra pessoa já correndo no parque. Foi minha primeira experiência com dominação. Pra nunca mais esquecer.


quarta-feira, 30 de março de 2016

Parrudo da madrugada - carnaval Salvador 2016

Carnaval tem dessas coisas né? O cara se diverte mas tem hora que o tesão fala mais alto e é necessário correr atrás para extravazá-lo.

Mais uma vez estava eu e o saturnoculto chegando ao apartamento no scruff veio uma mensagem de um cara sem foto mas que se dizia muito fã do blog e tal. Ele dizia também que não tinha foto la no aplicativo mas que sabia que eu ia curtí-lo. Era um moreno, alto, uns 27 anos, parrudo e pauzudo.

Como estávamos com tesão, resolvemos chamá-lo. Ele disse que teria quer ser rápido porque ele ia inventar uma desculpa qualquer para a noiva (!) dele e iria nos encontrar.

Quando ele chegou, realmente um cara muito gostoso. Parecia meio afobado, doido para levar picas, mas tinha pouco tempo.

Claro que não nos fizemos de rogados e tratamos logo de comê-lo. Primeiramente o saturno e depois eu. No fim, quando ele gozou, era tanta pôrra que parecia que estava sem gozar há uma semana ao menos. O que será que estava noiva estava fazendo nesse tempo todo hein?



segunda-feira, 28 de março de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

domingo, 20 de março de 2016

Praia de Nudismo - carnaval 2016



Às vezes para vivermos algumas aventuras, como a própria palavra indica, temos que nos aventurarmos.

O Ricardo tinha me dito que tinha ido à uma praia de nudismo com o meu amigo cósmico2001 e que queria ir lá comigo também para promovermos umas fodas ao ar livre.

Logo no dia seguinte ao que eu cheguei em Salvador aluguei um carro e fomos para lá, eu, ele, o saturnoculto e no caminho pegamos o pausaomoreno do manhunt. Lá ficamos de encontrar com o comedorpeba do sexlog, e um holandês que estava com ele também.

O pausaomoreno tem 26 anos, mas tem cara de novinho: magrinho, negro, bigodinho, pauzudo, safado, inteligente e um passivo que se entrega totalmente, mas ele é versátil. O teremos aqui em algumas outras fodas também, é só aguardar.

O comedorpeba é lindo demais, magro, pauzudaço e umas bolas daquelas que mesmo entre atores pornô é difícil de encontrar tão grandes e lindas. Na verdade ele já esteve comigo em outra oportunidade em que estive em Salvador. Ele não é de lá, mas sempre que estou na cidade ele viaja horas para me encontrar.

Já o holandês é um coroa alto, bonito, sorrisão, pauzudo e versátil também. Além de apaixonado pela Bahia e pelos baianos. 

Voltando à ida para a praia de nudismo, o lugar fica muito distante de Salvador viu, ô lugar longe. Colaborou com isso a certa vagareza com que o Ricardo dirige, apesar disso ser extremamente prudente, mas eu fui falando na cabeça dele, enchendo o saco para ele ir mais rápido. Ainda bem que a paciência dele é baiana viu, senão ele a tinha perdido comigo. Quando finalmente parecia que estávamos chegando à praia, entramos em um caminho de terra, e mesmo assim levou mais de uma hora pra chegarmos. E quanto chegamos, o carro ainda ficou atolado em uma areia la... total perrengue. Bom, resolvido o problema do atolamento, descemos do carro e hora de tirar a roupa. Alguns ficaram constrangidos, eu e o Ricardo, por safados que somos, ficamos nus na boa.

Já o pausaomoreno ficou excitado só de passar o protetor solar no Ricardo. Ainda não estávamos na praia de fato, mas mesmo alí, como lá, não é permitido ficar excitado, claro!

Bom, para chegarmos à praia, foi necessário mais uns 10 minutos de caminhada, descalços em uma areia escaldante. Até hoje a sola dos meus pés trazem as marcas da quentura da areia. e ainda tivemos que subir umas dunas imensas e depois descer aquilo tudo. Olha, realmente não é fácil chegar à praia viu. Eu não estou querendo muito dizer o nome da praia não... às vezes muita publicidade estraga o lugar ou as possibilidades.

Quando finalmente estávamos na areia da praia, tinha um carinha que faz o controle da entrada na praia e tinha lá umas barracas onde é possível tomar cerveja e comer. Tinha muitos casais, ao que parecia, héteros. Todo mundo bem comportado, apesar da nudez, mas mesmo assim, sente-se os olhares sorrateiros para a conferência das nossas documentações, se é que vocês me entendem kkkkkkkkk.

Chegamos, nos sentamos em uma das mesas, pedimos cerveja. Depois disso tudo, fomos dar um mergulho no mar, o calor estava de matar. E a sensação de entrar na água nu, realmente é peculiar.

Nisso o Ricardo, que é sempre o mais safado, o pausaomoreno, o holandês e o leomanba já sumiram por detrás de umas dunas la. Eu estava meio cansado, resolvi ficar parado um pouco só na cerva. Fiquei observando os casais nus. Tinha alguns bem interessantes. Homens e mulheres. O dono da barraca me pareceu bem liberal, em pleno carnaval ele servindo as mesas vestido de calcinha de renda kkkkkkkkkkkkk. Uma delícia ele. A garçonete uma morena de estatura mediana com os seios lindos de fora, tive até vontade de dar uma linguada neles viu...

Bom, por fim resolvi ir atrás da trupe. Subi as dunas e logo atrás tinha um laguinho que fica por entre o mato, meio escondido. Dentro do lago tinha uma mesa de bar e umas cadeiras. Ou seja, o lugar é um convite à putaria. De qualquer forma, enquanto o sexo rolava, ficávamos de butuca para ver se viria alguém, o que acabou acontecendo, mas ninguém esquentou a cabeça não...

O sexo rolou la dentro do lago mesmo, como vocês podem conferir nos vídeos. Importante observar que todo o lixo que produzimos nós catamos e levamos de volta, inclusive as camisinhas que usamos e seus respectivos recipientes.

E claro, a sensação de sexo ao ar livre, ainda mais em um lugar tão selvagem quanto aquele, foi realmente uma bela experiência. Não sei se voltaria, mas que valeu muito, isso valeu!
CLIQUEM NO LINK ABAIXO DO VÍDEO PARA VEREM O VÍDEO. ESTÁ MESMO DANDO PROBLEMA PARA VÊ-LO!















quinta-feira, 17 de março de 2016

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