terça-feira, 28 de junho de 2016

Capítulo 6


 - Isso não pode acontecer, isso é contra a natureza, isso é contra a lei de Deus.

Cláudio esbravejava e chorava enquanto dirigia. As lágrimas rolavam pelo rosto, incontroladas. Estacionou em um dos recuos da pista que circunda a Lagoa. Tinha que se controlar. Tinha que chegar em casa. Tinha que encarar as meninas. Ficou por ali uns minutos olhando as pessoas e a paisagem. Refez-se do choro e tomou algum fôlego. Seu corpo ardia de desejo por Marco Aurélio. Aquela boca, aquele pau cheiroso, aqueles pés lindos... Mas a culpa evangélica e familiar o julgava o tempo todo,  só lembrava do pastor, do exorcismo pelo qual já tinha passado, da vergonha para sua família...

Pegou o carro e voltou a dirigir. Tinha que pegar as pizzas e chegar em casa. Parou na primeira pizzaria que encontrou pelo caminho. Comprou as pizzas. Não sabia nem de que sabor havia comprado. Rumou para casa, teria que levar Bruna de volta e já havia se passado quase duas horas – e não uma – desde que saíra.

- Meu filho, onde é que você andou? As meninas estavam mortas de fome quando acordaram, então fizeram sanduiches.

- Ah foi... bem mãe, pega essas pizzas. Onde é que estão as meninas?

- Estão todas na sala de TV vendo fotos antigas. Meu filho, sua amiga Bruna é uma joia, você tinha que dar mais atenção para ela. Ela não é da nossa Igreja mas eu já a convidei para assistir um culto e ela concordou. Iremos juntos na próxima quarta-feira.

- Claro mãe, a Bruna é dez.

- Não meu filho, ela não é dez, ela é mil. E você precisa de uma namorada, já está passando da hora. Daqui a pouco vão começar a falar...

Aquilo soou na cabeça de Cláudio como uma bomba. Depois do que tinha acontecido, agora a cobrança da mãe, aquela situação toda tensa, o pastor, a punição, o trabalho, Marco Aurélio...

- Pô primo, você demorou muito. Não demos conta não. Acabamos resolvendo aqui na geladeira da Tia.

- Claro prima, fizeram bem. Eu me distraí no caminho. E a Bruna?

- Oi oi Cláudinho, to aqui. E quando quiser me levar, estou pronta!

Cláudio olhou e viu Bruna sentada na poltrona que estava de costas. Não tinha notado que alguém estava sentado lá, até que Bruna levantasse a mão e se manifestasse.

- Então vamos gatinha – disse Cláudio, tentando afastar as lembranças e o descontrole de pouco antes.

- Bruna, vamos sair com a gente, vem mais aqui na tia!

- Claro Nádia, venho sim! A gente vai se falando.

Bruna achou tudo aquilo muito estranho. Nunca tinha tido sexo completo com um homem, tampouco com uma mulher. Definitivamente não era de mulher que gostava. Tinha tido tesão, foi bom, gozou como nunca antes. Mas pensava em Cláudio. A presença dele, seu cheiro, sua voz, seu sorriso lindo.

- Pegou tudo Bruna?

- Peguei sim, só não sei se deixei ou não meu filtro solar na piscina, mas depois você me entrega ou deixa com meu pai.

Já sentado no carro, Cláudio ouviu a referência a Marco Aurélio e seus olhos ficaram vermelhos de uma vez e o choro não conseguiu ser evitado.  Não conseguia segurar as lágrimas. Sentados dentro do carro, Bruna no banco do passageiro, ele no do motorista, ela não sabia o que fazer. Ele, que havia represado tudo enquanto estava com a mãe e as primas, agora não conseguia parar de chorar.

- Cláudio, o que foi? O que aconteceu?

- Nada gatinha, estou passando por um momento muito difícil.

- Conta pra mim o que aconteceu, podemos conversar. Já somos íntimos, eu até já dormi na tua casa – falou ela em tom de brincadeira para ver se animava um pouco a conversa.

- Não quero falar nisso agora gatinha, estou muito chateado. Mas não tem nada haver com você não, claro, é coisa da minha família.

Bruna não imaginava do que se tratava, mas pelos comentários do pai sobre a família de Cláudio, imaginava que do tal Senador pudesse não vir boa coisa. Tirou o cinto, que já havia posto e abraçou Cláudio. Cláudio retribuiu o abraço enfiando o nariz nos cabelos de Bruna. Ficaram por uns instantes assim. Bruna sentia a respiração de Cláudio perto da orelha e seu corpo estava todo arrepiado. As mãos fortes de Cláudio cruzando suas costas, aquele ar quente da respiração em seu cabelo.. seu corpo quase que em segundos esquentou.

Cláudio por sua vez sentia o seio firme da menina encostado no lado de seu peito. O mamilo duro, exitado, roçava sua pele por cima da camiseta. Sentia o perfume de Bruna e o cheiro bom que vinha de sua pele. Seu toque suave. Tirou a cabeça do seu ombro e os dois se olharam dentro dos olhos. Beijaram-se, inicialmente devagar, mas em segundos a volúpia tomou conta de ambos. Cláudio por que achava que uma mulher seria a solução de todos os seus problemas. E afinal de contas não havia consumado o sexo com Marco Aurélio. Bruna por que estava apaixonada. A cada segundo desejava mais e mais estar com Cláudio.

Cláudio colocou a mão dentro da camiseta de Bruna, que estava sem sutiã. O seio duro e arrepiado cabia em uma mão sua. Seu pau ficou duro na hora. Bruna, segurava nas costas de Cláudio e foi descendo as mãos até sua bunda. Cláudio puxou o banco para baixo e deitou em cima da moça. No escuro e na segurança da garagem, os dois jovens descobriam o sexo. Claudio puxou seu short para baixo e Bruna também tirou o que estava usando. O pau do rapaz forçava a entrada da boceta de moça.

- Cláudio eu sou virgem...

- Eu também Bruna...

Aquilo soou como um afrodisíaco para ambos. Ele passou saliva na cabeça do pau, ela abriu bem as pernas. A penetração não foi tão fácil, mas quando o hímen se rompeu, o pau entrou de uma vez. Bruna ficou sentindo aquele cacete duro dentro dela, uma sensação que também era novidade. Mas Cláudio começou com movimentos cadenciados a meter com mais vigor. Estava concentrado na moça, estava com muito tesão. Beija a boca de Bruna, que gemia alto agora, com a boceta já encharcada de tanta lubrificação. O pau de Cláudio deslizava para dentro com facilidadee a dorzinha inicial de Bruna havia passado.

- Bruna eu vou gozar...

Bruna apertou mais o pau de Cláudio com a boceta, provocando espasmos de prazer em si mesma. Gozou antes de Cláudio, que continuou metendo e gozou em minutos, se esparramando dentro da moça.
....
Marco Aurélio andava de um lado pro outro no quarto sem entender o que havia acontecido. Em pleno século XXI, um rapaz jovem daquele jeito, agir daquela maneira, era muito estranho. Tanta culpa, tanto sofrimento por uma coisa que era tão natural. Lembrava do corpo liso do rapaz, da boca linda, do beijo, de sua mão nos cabelos encaracolados dele e isso fazia seu pau dar sinal de vida.

- Preciso tirar esse rapaz da minha cabeça – pensou Marco em voz alta.

Pegou o telefone sem saber pra quem ligar. Aquele tesão represado, aquela situação inusitada, aquela lembrança. Decidiu pegar a bicicleta e sair para uma pedalada. Um pouco de exercício sempre era bom. Vestiu um short, uma camiseta, tênis e desceu. A lagoa estava uma festa, com gente por todo lado. Começou a pedalar e pela pista passavam homens lindos, sem camisa, correndo ou pedalando. Realmente tinha feito a coisa certa, aquilo era uma boa distração.

Depois de dar uma volta grande parou em um quiosque para tomar uma água de coco. Pegou o coco e sentou-se em  uma das cadeirinhas de plástico amarelas do quiosque, quando notou que na mesa ao lado dois rapazes, os dois bastante jovens, olhavam para ele e falavam baixo. Claro que aquilo era uma paquera. Mas depois da maluquice de mais cedo, estava momentaneamente cabreiro.

- E ai cara, tudo bem, pedalandão por ai?

- Estou pedalando sim cara, fazendo um pouco de exercício. E vocês, também na malhação?

- Estamos sim, eu e meu parceiro aqui. Eu estou no skate e ele nos patins.

Quando o rapaz falou aquilo Marco notou que do outro lado da mesa havia um skate encostado de lado e que o outro cara estava de patins. Mas isso também significava que aqueles “caras” eram na realidade meninos. Ele gostava de caras mais novos mas não de meninos. Não aparentavam ser menores de idade, mas hoje em dia não se pode confiar nem na aparência nem no chaveco, pensou Marco.

- Que idade tem vocês caras?

- 25 e 23 cara – respondeu o mais alto, que estava com os patins.

 - E tu? Que idade tem?

 - Eu tenho 41, sou o tio da sukita.

 - Meu tio não é gostoso assim não, velho... – respondeu o mais baixo, skatista.

- Eu moro aqui em Botafogo. Eu e meu brother aqui estamos indo dar um tempo lá em casa. Não tá a fim de ir não, pra gente curtir?

Marco olhou para os dois jovens e viu uma potencial boa foda.  O skatista era mais baixo, mas muito mais sarado. Tinha o corpo todo definido, pele bronzeada, todo liso. O mais alto era mais branco e ao contrário, todo peludinho. Bem esguio, era magro, com os mamilos bem grandes e salientes.

- Tu mora sozinho cara? O que faz da vida?

- Eu trabalho no Bando do Brasil, sou concursado e tudo.

- Tá certo... então vamos pra tua casa..., mas não quero demorar, tenho muita coisa que fazer hoje ainda. Mas vocês são uns caras legais, a gente pode se divertir muito – e eu estou precisando.

Os três rumaram então para Botafogo. Marco de bicicleta, o skatista e o patinador deslizando pelo asfalto. Em 10 minutos chegaram em um prédio antigo, com muitos apartamentos, mas bem arrumado, com pequeno jardim na frente. Entraram por uma porta lateral, Marco colocou a bicicleta no elevador e subiram.

O apartamento estava uma bagunça, mas não estava sujo. Michael, esse era o nome do rapaz, tinha fotos dos pais e uma grande faixa de formatura preza na parede da sala com seu nome escrito. Bruno era o nome do outro. Nem bem Marco apoiou a bicicleta na parede da sala os dois rapazes vieram e começaram um longo beijo à três, enfiando a mão dentro do short de Marco, pegando de um lado em seu pau e do outro na sua bunda. Marco por sua vez beijava e apertava um mamilo de cada um, fazendo com que ambos dessem umas gemidas baixinhas de prazer.

- Vamos lá pro meu quarto gente, que tenho um espelho bem grande. Vai ser tesão.

O grupo entrou então no pequeno quarto onde praticamente havia uma cama de casal, um armário com uma televisão, uma bancada com um computador e o tal espelho em uma das paredes.

 - Vamos fazer umas fotos massa hoje – disse Bruno, o patinador.

Pegou o celular e deixou em cima da cama. Os três já pelados se pegavam e se beijam. Marco beijava Michael enquanto Bruno já chupava seu pau. Empurrou os dois para o chão e bastante autoritário mandou que ambos chupassem sua pica juntos. Os dois caras então ficaram de joelhos, cada um de um lado da pica de Marco, chupando.

- Pega o celular e filma pra gente aí de cima cara – Disse Michael.

Marco pegou o celular e fez um filminho bacana. Os dois mamando a pica e se pegando. Aquilo realmente era um tesão extra. Se continuasse naquela situação iria acabar gozando e estava muito tesudo pra gozar com um boquete. Queria cu. E pelo visto tinha dois pra meter.

- Fica de quatro aqui na beirada da cama. Podem ficar os dois, um do lado do outro.
Assim os dois caras levantaram e se colocaram de quatro, um ao lado do outro, com as bundas arrebitadas pra cima. Marco pegou um lubrificante que estava na bancada a passou nos dois rabos. Os rapazes se beijavam enquanto Marco metia um dedo ou outro no cu de cada um. Seu pau babava de tanto tesão...

- Todo mundo saudável aí? Todo mundo se cuida? Ou ficam dando esse rabo pra qualquer um aí na rua?

- Não transamos separados não cara. Somos namorados desde a faculdade e só ficamos com caras com pinta de casado e mais velhos. Só curtimos assim.

- To sabendo. E eu tenho cara de casado? Né seu puto!

Nisso Marco levantou a mão e deu um tapa na bunda de Michael, que havia acabado de falar. O rapaz gemeu e seu corpo se arrepiou inteiro. Marco pegou novamente o celular, colocou no modo vídeo e deixou o telefone virado para o espelho na parede, de maneira que os dois aparecessem  e ele também, mas sem cabeça.

Passou um tanto bom de lubrificante no pau e se posicionou na bunda de Michael.

- Que que tu qué viado? Fala que que tu qué!


- Pica cara, eu quero pica!
- Fala mais alto, teu namorado aí do lado não escutou! Que que tu gosta no rabo?

- Pica cara, eu gosto de piroca no cu...

Nisso Marco percebeu que o pau de Bruno pingava uma gota viscosa de porra, de tanto tesão, e que com os olhos arregalados tinha chegado um pouco pro lado pra ver melhor a foda.  Se tocasse no pau seguramente gozaria. Marco colocou sua pica grossa na entrada no cu de Michael. Viu pela dilatação que naquele buraco já tinha entrado muito cacete – coisa bem diferente do que tinha visto mais cedo.
De uma só vez, com firmeza mas sem machucar, foi empurrando a pica pra dentro. Michael chegou pra frente, gemendo e empurrando a bunda pra baixo.

- tá fugindo da pica viadinho? Não queria piroca? Empina esse rabo porra!

Novos tapas na bunda já meio vermelha de Michael, que agora super excitado empinava a bunda com a pica de Marco toda dentro. Começou a meter com movimentos lentos e rapidamente acelerou. Segurava no quadril do rapaz, que muito menor que ele, ficava quase suspenso no ar quando recebia a metida. Gemia feito um doido e de olhos fechados, pedia pra Marco ir com mais calma.

- Você quer que eu vá com calma? Mas eu nem fiquei nervoso ainda...

- Porra cara, assim você vai deixar ele todo largo..

- Esse cu já tá arregaçado! Vou deixar é mais arregaçado.

Marco já praticamente tirava o pau todo pra fora do cu e metia de novo. As bordas do cu viravam como uma flor e depois desviravam quando o pau entrava novamente.  Já estava perto de gozar quando lembrou que também tinha que comer o outro. Tirou o pau de uma vez deu um novo tapa na bunda de Michael e foi para o rabo que estava do lado, ainda empinado.

- Comigo você tem que ir devagar cara, eu sou só ativo. Não estou acostumado a fazer passivo não...

- Sei... e resolveu dar o cu hoje por que? Teu horoscopo mandou?

Nisso Marco deu uma gargalhada e meteu um tapa na bunda do Bruno. O pau do cara pingava tanto que já tinha formado uma pequena poça de sêmen na colcha grossa que forrava a cama. Agora realmente o cu em questão era completamente diferente. Esse ao contrário era bem fechadinho, apesar das muitas dedadas que tinha dado. Peludinho, bunda pequena mas toda branquinha, ainda estava mais tesuda que a anterior.

- Vou deixar esse teu rabo ardido cara.. você vai ficar sem sentar uma semana.... mas... que porra é essa ai na porta?

Os dois ergueram a cabeça e viram sentado na porta do quarto Sansão, o enorme Golden  de Michael que tinha se soltado da cozinha e estava assistindo a foda como que vendo um programação de televisão.

- Porra Sanção, vai pra cozinha. Cachorro mau. Desobediente. Cozinha, já!

O Cachorro nem se movia. Marco, que gostava de bichos, sabia que se tratava de uma raça bastante dócil. Pegou o cachorro pela coleira e levou para cozinha.

- Ninguém sai do lugar! Vou levar o cachorro pra cozinha e fechar a porta.

Quando Marco colocou o cachorro na minúscula cozinha viu pendurada na parede a guia de passear do cachorro. Desatou a coleira do pescoço de Sanção, pegou a guia e voltou pro quarto.
Os dois continuavam de quatro, de bunda pra cima. Marco pegou a coleira, prendeu na guia. Rapidamente prendeu no pescoço de Bruno, que na hora viu e percebeu que era a coleira de Sanção.

- Cadela no cio tem que estar na coleira. Não pode ficar solta – murmurou Marco.

Com a alça da guia, deu uma cintada na bunda de Bruno, que gemeu alto. Marco com o pau na entrada do cu fazia pressão... a cabeça lentamente foi entrando...

- Calma cara!, Devagar cara! Tá doendo cara!

Viado reclamão apanha mais! E nova cintada. A essa altura o pau já estava todo dentro. Marco então arqueou-se e mordeu a nuca de Bruno, que já estava se acostumando com a caceta no cu. Pegou nos mamilos super duros do rapaz e enquanto os pressionava começava lentamente a metida.  Os movimentos de Marco começaram a ficar mais rápidos e mais profundos. Agora ele puxava a guia, com a pica enterrada no cu, como se estivesse com as rédeas de um cavalo. O pau de Bruno estava tão duro, que estava bonito de ver. Marco segurou no pau do rapaz e nem bem tinha apertado a pica, chorou leite pra tudo que é lado.

- Porra você já gozou seu puto! Então goza, goza que eu quero ver sair todo esse leite daí de dentro.
Nisso Bruno gozava e gemia, se contorcendo e caindo na cama.

- Agora então temos que voltar pra você!

Marco tirou a caceta dura e meteu de uma vez na bunda de Michael, que rebolava e pulava na pica, ansioso pela volta do cacete.

- Porra cara, você fode bem pra caralho. Como esse cu, come. Mete, enche de leite, porra, como esse cu, come!

Marco foi ficando mais e mais excitado. Metia o cacete e já não pensava em mais nada. Sentiu o gozo chegando e de uma vez enterrou fundo na bunda do skatista. Sentiu o pau dilatando e despejando porra dentro. Michael por sua vez gozava sem colocar a mão no pau, sujando mais ainda a colcha que já estava suja pela porra do namorado.

Marco tirou o pau do cu e sentou-se no chão, ao lado da cama. Fechou os olhos e instantaneamente viu Cláudio na sua frente, na sala de sua casa.

- Filho da puta – pensou Marco em voz alta.

- Filho da puta mesmo – disse Bruno rindo, já sentado na cama apoiando a cabeça do namorado, que se espreguiçava como um gato.

- Você é o filho da puta mais gostoso que já fodeu com a gente. Vamos fazer outras. E o celular, filmou?

Marco então lembrou-se do telefone. A capacidade de armazenamento de vídeo já tinha se acabado, dizia uma mensagem na tela.

- Não sei até onde filmou, mas quero uma cópia desse vídeo. Manda pra mim. Vou deixar meu watts up com vocês.

Assim os três deram uma risada gostosa e descompromissada, relaxada. Aquele era o tipo de diversão que Marco queria. Foi ao banheiro, pegou uma toalha de rosto, deu uma limpada no pau, voltou pro quarto e vestiu a roupa.

- Caras, eu já vou indo. Tenho muito que fazer em casa, tomo banho lá, ainda vou pedalar um bom tempo.

- Valeu ai cara. Como tu chama? Como coloco teu nome aqui no celular.

- Coloca Marco sukita.

Assim rindo, Marco pegou a bicicleta e desceu. Na realidade, não estava longe de casa foram vinte minutos pedalando e estava no seu prédio. Deixou a bicicleta na garagem e subiu. Quando entrou na sala viu o celular de Cláudio piscando em cima da mesa. Pegou o telefone e havia a seguinte mensagem no visor:

“Adorei a nossa tarde. Não sei qual era o seu problema, mas você é a solução dos meus. Espero que nossa primeira vez tenha sido boa para você também. Eu estou muito feliz”

A tela bloqueada permitiu a Marco ler a mensagem rapidamente, mas não consegui visualizar o número de telefone, antes da tela voltar a ficar preta.

- Então é isso, ele está saindo com outra pessoa... Bem, mais um motivo pra eu tirar esse rapaz da cabeça - pensou Marco, falando sozinho e alto, como sempre fazia.

Mas Marco não estava acostumado a perder. Queria saber quem era seu concorrente. Será que era um dos advogados do escritório? Ou algum colega de faculdade? Um professor? Aquela curiosidade teria que ser saciada. Mas isso só poderia acontecer na segunda feira. Marco pegou o celular de Cláudio e levou pro quarto.

- Amanha pela manhã entrego esse telefone. Então veremos .
...

Autor: brancopauzudo@hotmail.com


sábado, 25 de junho de 2016

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