segunda-feira, 2 de maio de 2016

Terceiro capítulo


- Requeiro a retirada das provas dos autos Excelência, dada sua natureza ilícita. As escutas não estavam autorizadas por Vossa Excelência.
- Defiro o requerimento do advogado da parte autora, Dr. Marco Aurélio. Abra-se prazo para o Ministério Publico se manifestar.
E assim o Juiz da 7ª.  Vara encerrou a audiência. Marco Aurélio sabia que dificilmente, sem a prova das escutas, poderia haver condenação. Saiu da sala de audiência vitorioso, peito cheio de ar e satisfação. Era um bom advogado, sabia que tinha poder de argumentação, que usava bem as palavras, enfim, que era um vencedor.
- O senhor é muito combativo Dr. Marco Aurélio, gostaria de ser mais agressivo também.
- Você aprende Cláudio, ninguém nasce sabendo. Muito treino, muita oficina de oratória, muito estudo – por que inicialmente você tem que ter segurança do que fala, para depois poder improvisar e acima de tudo, muito autocontrole. Em uma audiência de instrução, na presença do Juiz, você tem que mostrar que está seguro e não perder a linha quando tiver alguma coisa que peça, denegada.
- Sim senhor Dr. Marco Aurélio.
- Bem, você fica aqui na Justiça, eu vou voltar paro escritório.  D. Elisa te avisou que amanhã à noite gostaria que todos no escritório atendessem ao convite para a exposição de fotografias sobre o Erico Veríssimo, no novo museu da Praça Mauá?
- Ela me entregou o convite sim, mas eu não sei se vou ainda.
- Vai! Convite de chefe é ordem rapaz, anota isso ai no teu caderno.
- Sim Senhor Dr. Marco Aurélio.
Com essa conversa Marco se despediu do rapaz e entrou no elevador para sair do prédio da justiça. Os primeiros dias de trabalho de Cláudio tinham sido tão intensos - de trabalho -  que Marco não tinha tido tempo de dar muita atenção para o garoto.  Mas toda a vez que o via ficava imaginando ele com aquela cabeleira encaracolada peladinho na cama, chupando sua pica, e depois tomando pirocada até não poder andar no dia seguinte.
- Dr. Marco Aurélio, vamos para casa ou o senhor volta para o escritório?
 - Nem uma coisa nem outra  Dirceu, vamos para  Botafogo, Rua 19 de fevereiro quase esquina com a General Polidoro.
- Sim senhor Dr. Marco Aurélio. Deixo o senhor e espero, o senhor marca hora comigo ou me telefona?
- Eu te ligo, vai pra casa, posso demorar um pouco.
Assim que chegaram na tal esquina, Marco tirou a gravata e saltou do carro, saindo só de camisa e paletó. Já era final da tarde e pensando em Cláudio daquele jeito, seu pau não parava de dar sinal de vida.
Aquele era um programa que adorava. Pegar uma sauninha. O Rio tem várias saunas frequentadas por gays, mas aquela é uma das poucas que não tem gente nem muita velha, nem é cheia de garotos de programa. A casa com pintura antiga, a porta discretamente entreaberta com interfone, a rua super sombreada, tudo naquela sauna era agradável e discreto.
- Seu nome por favor:
- Marco Aurélio.
- Sapatos:
- Quarenta e dois.
 - Chave numera 50, boa sauna!
Marco pegou a chave e foi para o vestiário. Os armários antigos de madeira ficavam no segundo piso, onde um mau humorado funcionário, que ficava o tempo todo com um fone de ouvidos e um telefone celular, esticava a mão para entregar as toalhas, os chinelos e apontar a direção dos armários.
- Seu armário é aquele ali Doutor.
Assim Marco tirou a roupa, enrolou a toalha, colocou um preservativo no pequeno bolso de pano da toalha e foi para a sauna. Era uma casa de três andares, com um bar escuro no térreo, onde também estavam as saunas, um segundo andar onde havia uma série de quartos de “relax” e um terceiro andar, onde ficava a sala do massagista e uma sala de vídeo, com um quarto escuro.
Marco desceu, tomou um banho de chuveiro, deixou a água escorrer farta pelos ombros e cabeça. Como era relaxante aquilo. Ouvir o barulho da agua fria batendo no chão, sentir aquele arrepio gostoso de quem está matando o calor. Pegou um pouco do sabonete líquido na parede e ensaboou o corpo todo. De olhos fechados, aproveitava seu banho.
- Ei cara, você vem sempre aqui?
Marco abriu os olhos e viu um sujeito baixo, moreno, corpo bem torneado, forte, pau mole e grande balançando olhando para o seu peito.
- Não, venho aqui para relaxar de vez em quando - falou virando-se de costas, como que para não dar muito assunto.
 - Mas que bundinha linda cara...
- Tira a mão daí rapá!
Marco tinha se virado e o cara sem a menor cerimônia havia lhe passado a mão na bunda, dando um aperto daqueles que deixam uma marca vermelha.
Pegou sua toalha, secou-se e subiu para o primeiro piso da casa. Uma escada central dava acesso ao primeiro e ao segundo andar. No primeiro piso, do lado direito cabines, do lado esquerdo, mais cabines que se comunicavam com os vestiários. Olhou, viu um certo movimento de gente entrando e saindo dos ambientes, uns pegavam no pau, outros simplesmente olhavam nos olhos e passavam, outros ainda se roçavam como se não houvesse espaço suficiente para passar sem se encostar. Resolveu subir para chegar o segundo andar, a sala de vídeo.
Na sala de vídeo rolava um pornô nacional dos clássicos. Um rapaz de pau enorme comia um ninfetinho que simulava sentir alguma dor, quando na realidade a pica do outro entrava sem resistência alguma. De frente para a televisão dois sofás em forma de “L” e atrás de um deles uma meia parede, que dividia a sala de vídeo do quarto escuro. Nos sofás um baita de um negão alisava o pau por cima da toalha. Encostado na parede perto da televisão, um casal se pegava e claramente caçava um terceiro. Marco olhou para os dois caras na parede. Um não deveria ter mais de 20 anos, tinha cara de ter 15, mas na sauna não poderia entrar se não fosse maior de 18. O outro bem mais velho, um sujeito de sua idade, na casa dos quarenta. Marco olhou fixamente para os dois e entrou no quarto escuro,
A sala era um breu absoluto. Mesmo com a visão acostumada à escuridão, não se podia ver mais que alguns contornos. Ouvia-se mais do que se via. Marco encostou-se  em uma das paredes e percebeu que havia uma linha de cadeiras encostadas na parede oposta, como se fossem cadeiras de espera de Banco. Percebeu quando dois vultos entraram e identificou o casal que estivera encostado na parede do vídeo.
Aproximou-se e foi logo pegando no mamilo do novinho. O menino parou por um instante, e soltou um suspiro. O mamilo imediatamente ficou entumecido e Marco agora apertou com força. Novo suspiro. O namorado olhava de perto e metendo e mão embaixo da tolha de Marco pegou em seu pau, que já estava duro.
Os três ficaram naquela sacanagem de peito e punheta. Marco mordia o peito do rapazinho e com uma das mãos metia um dedo e outro em seu cu. O namorado mais velho abaixou e meteu seu pau na boca.  Nisso, o negão grandalhão que estivera  alisando a pica no sofá chegou por perto. Com uma das mãos começou a acariciar a bunda de Marco. O cara que ajoelhado no chão, chupava seu pau, começou a revezar a sua piroca e a do negão, que por sua vez beijava o mais novinho, enquanto marco lhe mordia o mamilo e seguia metendo os dedos em seu cu.
- Caras, vamos descer e pegar um quarto – disse Marco.
Todos disseram um discreto sim e os quatro desceram as escadas para o primeiro piso, onde estavam os quartos. Pegaram o maior que estava aberto. Uma grande cama com o colchão forrado de courino vermelho, uma parede lateral toda recoberta de espelhos e uma televisão, onde passava o mesmo pornô.
Marco já foi colocando o mais novo deitado na cama de barriga pra cima com as pernas pra fora. Arreganhou as pernas do rapaz, abaixou-se e meteu a boca no cu. O menino agora gemia forte e Marco “comia” o cu do rapaz com a boca. Seu cuzinho apertado já tinha se laceado com as dedadas, mas Marco metia a língua e depois um dos dedos, abrindo o cuzinho ainda mais. O menino de pica super dura, tentava não socar a punheta que queria, no intuito de afastar o gozo.
Marco ficou chupando o cu do cara por um bom tempo. Quando se levantou, viu o negão sentado na cama e o outro sujeito com o rosto no meio das suas pernas, chupando a piroca preta. A pica do negão brilhava de tão molhava e cheia de secreção. Não era tão grande como se poderia presumir, em se tratando de um negro de mais de um metro e noventa de altura e seguramente uns 120 quilos.
- Chupa essa pica viado – dizia o negão.
De repente o cara pegou e meteu um tapa na cara do boqueteiro. A mão do cara zuniu e fez aquele barulhão com o estalou no meio do rosto do outro. Marco e o mais novo ficaram atônitos olhando, no intuito de ver qual seria a sua reação. Mas o cara continua a chupar o negão com sofreguidão e vontade. Agora com mais vontade ainda.
Marco super tesudo com a cena, cravou a pica no cu do novinho, que rebolava doido no seu cacete. Meteram por uns segundos e o cara gozou de esporrar longe.
- Porra cara, você gozou em 30 segundos.
- Desculpa ai paizão, mas não deu pra aguentar...
Marco meio puto, tirou o pau do cu do cara e viu que o namorado que chupava o negão tinha feito a mesma coisa. Enquanto chupava batia uma forte punheta e gozou sem anunciar.
Os dois se levantaram colocaram as toalhas e saíram do quarto. Marco olhou para o negão sentado de pica dura na cama e cara de furioso.
- Porra, trepar com casal é sempre complicado.
- Nem me fala porra, o cara ficou me chupando e nem um rabo comi cara. Tu vai ter que resolver meu problema...
- Não sou passivo cara, vamos procurar um outro cara pra gente meter juntos.
- Podemos sim, mas vamos dar uma brincadinha aqui primeiro. Você é bonito pra cacete cara!
Nisso o negão chegou junto de Marco e segurou seus mamilos com os dedos e apertou. Marco não tinha experimentado a sensação de ter os mamilos tão apertados e sentiu um arrepio tesudo. Percebendo que Marco  tinha curtido, o negão abaixou e meteu a boca nos mamilos. Mordia, chupava, e com as duas mãos apertava a bunda de Marco.
- Porra cara, você é gostoso pra caralho. Todo peludinho, forte, do jeito que eu gosto.
Marco não respondia, mas estava curtindo a novidade. O negão tirou da tolha uma pequena bolsinha, que se parecia com um penal de colégio. Abriu de tirou um tubo de lubrificante.
- Não dou o cu cara, não adianta pegar isso aí. Você vai me dar?
- Só vou passar um pouquinho no meu pau que está seco cara. Passo um pouco na tua bunda pra poder colocar os dedos um pouquinho no teu cu. Fica tranquilo.
- Cara, não curto dedo no cu.
Nisso, o negão já estava com o lubrificante na mão e meteu uma quantidade generosa na bunda de Marco, que sentiu aquela coisa viscosa fria no cu. Deitado de frente para o negão na cama, era pequeno se comparado com o tamanho do cara.
Começaram um beijo demorado, agora um deitado em cima do outro. Corpo colado no outro, Marco sentia o peso de um homem de quase dois metros de altura. O negão meio que de repende abriu as pernas de Marco e pressionou o corpo, fazendo com que as pernas de Marco ficassem abertas, na posição de frango assado.
- Já falei que não dou o cu cara.
- Eu sei gostoso, to só querendo sarrar você.
E nisso a pica pincelava o cu, fazendo uma pressão leve, que na verdade dava muito tesão em Marco. Cada vez que sentia a pica bater na entrada no cu, sentia uma pontada de tesão, que era novidade.
O negão abriu novamente a nécessaires e tirou um vidrinho pequeno, com tampa preta.
- Curte poppers?
- Nunca usei, o que é isso cara? Droga?
- É como se fosse um lança-perfumes forte, tu dá uma respirada aqui e sente uma relaxada bem gostoso.
Nisso o cara já tinha aberto a tampa do vidrinho e colocado no nariz de Marco, que de tão tesudo, resolveu respirar de uma vez e experimentar o negócio.
- Não estou sentindo nada cara, só um cheiro de acetona...
- Então por que você não aspirou direito, respira aqui de novo.
Marco então pela segunda vez inspirou com o vidrinho aberto em frente ao nariz. Mas dessa vez sentiu um calor vindo do pescoço e subindo pelo rosto, um torpor gostoso, como se o corpo desse uma leve formigada. O negão, quando viu sua cara relaxada, deitou o corpo por cima e meteu o pau no cu de Marco, que se abriu com facilidade. Marco não tinha como resistir e nem queria. O pau tinha entrado tão fácil e estava com tanto tesão, que desistiu de resistir.
O negão agora comia Marco na posição de frango assado e bombava com força.
- que delicia de cu, é cabaço, é cara?
- Sou porra, você está me arrombando filho da puta...
- Filho da puta eu?
Nisso, o negao meteu um tapa na cara de Marco e seguiu metendo pica. Mais poppers no nariz, mais uma vez Marco inspirou forte.
O cara tirou a pica e virou Marco com força, de costas. De bunda pra cima, puxou seu quadril para o alto e o deixou de quatro. Meteu a pica e agora controlava a foda completamente. Marco só gemia. Sentiu que não aguentava mais e avisou:
- vou gozar cara
O negão bombou mais rápido e fundo. Gemendo e segurando a bunda, inundou o cu de porra. Marco com a cara no courino do colchão, punhetando, gozou e sentiu o corpo do negão desmontando por cima do seu.
...

- Meu filho você tem que cortar esse cabelo. Não fica bem um rapaz como você, futuro advogado, com essa cabeleira comprida.
- Mãe, Jesus não tinha cabelos compridos como os meus? Eu quero deixar os cabelos compridos por que gosto deles assim. E ninguém na igreja reclama.
- O Pastor Josenir sempre fala do seu cabelo.
 - Mãe, o Pastor Josenir fala do cabelo de todo mundo, da roupa de todo mundo, da casa de todo mundo. Deve falar do seu cabelo também.
- Blasfemo!  O pastor é um homem de Deus.
- Mas fala de todo mundo.... hahahahah mãe, a senhora tem que aprender a brincar mãe.
- Você tem que aprender a falar sério Cláudio e a levar as coisas da igreja mais a sério. Pegue a chave do carro pra irmos ao culto, não quero chegar atrasada.
- Mãe, o culto é para que hoje?
- Culto de cura e conversão: para converter prostitutas, homossexuais, drogados e adúlteros.
Saíram do prédio em cujo apartamento enorme em que moravam, pela garagem. Cláudio dirigia o carro, enquanto a mãe no bando do passageiro entoava cânticos gospel. Chegaram na igreja no centro da cidade, já com a sala principal cheia.
- Dona Helena! Cláudio! Aleluia! Como Deus é Bom!
- Pastor Josenir, Graças a Deus! Como tem passado?
- Bem Dona Helena, muito bem! E o nosso Senador? Quando chega?
- Ele não virá hoje Pastor, está em Brasília. Eu e minha mãe estamos aqui no culto sozinhos.
- Que ótimo que puderam vir Cláudio.
- Dona Helena, seu filho está ficando cada dia mais homem. Está na hora de escolher uma mulher para casar!
- Já falei isso para ele Pastor, mas ele me diz que não tem tempo, que só depois de se formar.
- Não tenho como manter uma família pastor. Preciso antes terminar a faculdade para depois pensar em casar.      
- Mas você não tem namorada, rapaz?
- Não senhor Pastor?
 - Bem, depois do culto então você vai até minha sala pra um aconselhamento. Gostaria de falar com você em particular.
- Sim senhor.
O culto transcorreu normalmente. Prostitutas que se apresentavam e diziam que queria largar a vida, e em seguida outras mulheres se apresentavam dizendo que eram ex prostitutas e que agora eram mães, tinham filhos e marido. Adúlteros e adulteras que se apresentaram com as mulheres e maridos se dizendo no perdão de Deus.
Por fim um rapaz de uns 25 anos se levantou dizendo que tinha praticado atos de pederastia, mas que tinha se curado. Que estava noivo da mulher ao lado, que só pensava nela e nos filhos que viriam.
Numa histeria coletiva as pessoas gritavam “Graças a Deus”,  “ Louvado seja Deus”. Em seguida, todos colocaram algum dinheiro em envelopes de depósitos nas urnas que estavam na parte da frente de cada fileira de bancos.
- Cláudio, coloque esse dinheiro em dois envelopes, um para mim e um para o seu pai.
 - Mas mãe, são cinco mil reais, não é muito dinheiro não?
- Não é meu filho, é para as coisas de Deus. E podemos fazer prova disso no juízo final, com esse recibinho aí. Pega o recibinho que está no envelope.
- Sim senhora Mãe.
E assim o culto terminou. Quando tudo acabou, Cláudio se dirigiu ao altar para falar com o pastor. Mas o pastor apontou para uma porta lateral, que dava para a sala que ele mesmo usava. Cláudio dirigiu-se para lá, bateu na porta e sentou-se. Num instante entrou pela porta o Pastor , que a fechou e trancou por dentro. Sentou-se na escrivaninha tendo o rapaz à sua frente.
- Cláudio meu rapaz, com que idade você está?
- Eu tenho 19 anos Pastor Josenir, com a Graça de Deus.
- Graças a Deus, Cláudio, Graças a Deus. E não tem namorada? Mas já teve não é mesmo?
- Não senhor, nunca! Não tenho e nunca tive namoradas Pastor.
 - Você gosta da fêmea Cláudio?
- Pastor eu nunca estive com uma fêmea, mas acredito que sim.
- Você não esteve com varões também, esteve Cláudio?
- Não senhor pastor, Deus me Defenda, Deus me Defenda!
- Aleluia Cláudio, Aleluia. Mas você sente vontade de estar com varões?
- Não senhor, Pastor Josenir, não senhor. Eu me masturbo de vez quando pensando no carnaval. Ou nas cenas de sexo dos filmes que eu assisto. Mas é só isso.
- Bem, precisamos ter certeza de que você não tem um demônio te induzindo no pecado Cláudio. Por que se tiver tem solução! Se tiver tem solução!
  - Graças a Deus Pastor, Graças a Deus.
- Preciso de que você tire sua roupa Cláudio. Aqui dentro ninguém vai te ver, só Deus. Preciso saber que satanás não está tomando seu corpo.
- Sim senhor Pastor, Sim senhor.
E assim Cláudio se despiu. Estava de camiseta preta, jeans e tênis preto. Tirou a camiseta e os tênis, desabotoou o jeans. Dobrou a camiseta e a calça os colocou sobre a mesa.
- Tiro a cueca também Pastor?
- Pode tirar Cláudio!
O pastor sentado na mesa escondia uma ereção poderosa. Seu pau estava tão duro que ameaça furar a calça de tergal marrom que usava.
Ver aquele rapaz, corpo atlético, moreno, sem pelos, com aquela cabeleira linda anelada, sobrancelhas largas, nu, ali na sua frente não era um prazer que tivesse diariamente.
- Cláudio, você pegue essa cadeira que está aí e se sente de costas pra mim. Feche os olhos e faça o que eu mandar. Não abra os olhos. Aqui estarão vários demônios que eu tenho que espantar com a oração de Deus.
- Sim senhor, Graças a Deus.
- Vai sentir alguma dor. Se assim for, aguente firme. Você precisa se libertar desses demônios. Eu já estou vendo um enorme em cima do seu corpo. Estou vendo as asas abertas, estou vendo os olhos vermelhos, estou vendo o rabo preto de dragão.
 - Deus me perdoe, Deus me proteja, Deus me defenda!
Assim Claúdio sentou na pequena cadeira assinalada pelo pastor. Sentado de costas, encostava o peito no encosto da cadeira, de modo que a bunda ficava quase toda para fora.  A cadeira, de assento pequeno e de três pernas, mal daria para uma pessoa sentar-se direito, o que dirá alguém naquela situação.
Josenir tirou da gaveta da escrivaninha um consolo de uns 20 cm de cumprimento, por uns 14 de largura. Grosso, cheio de veias,  devia ter tido como modelo o pau de um artista pornô qualquer. Também abriu um envelope e retirou uma camisinha de dentro. Colou no consolo. Na gaveta também havia uma máquina fotográfica e um tubo de lubrificante. E na sua frente estava Cláudio, bunda de fora, de costas, olhos bem fechados, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos...    
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Autor: brancopauzudo@hotmail.com

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