terça-feira, 12 de abril de 2016

Capítulo 1


-  Putz, caralho!
Era quase oito da manhã e Marco Aurélio ainda não tinha saído da cama. Levantou reclamando, falando sozinho, como costumava fazer. Era homem de temperamento forte e já acordava pronto para que o que fosse: uma reunião de trabalho, um esculacho na empregada por que não tinha feito alguma coisa direito, uma boa trepada, enfim, já acordava pronto.
- Dona Solange, manda o Dirceu me esperar com o carro ligado na garagem.  Não vou comer nada agora, como no escritório.
A empregada ouviu a voz alta e forte vinda do quarto, enquanto na cozinha terminava de colocar o café da manhã. Murmurou baixinho – viado filho da puta, podia ter me avisado que não iria querer nada que eu não tinha perdido tempo fazendo essa porra toda...
- Dirceu, Dr. Marco está atrasado e vai sair daquele jeito. Deixa o carro ligado e fica com o controle do portão da garagem na mão. Já vai olhando ai qual o melhor caminho, que hoje um sinal fechado pode “dá merda”...  Colocou o interfone no gancho e sem nenhuma cerimônia começou a comer uma fatia de pão integral que estava na cestinha no meio da mesa.
Dona Solange era empregada de Marco Aurélio desde o tempo dele casado. Tinha passado pelo casamento, pelos filhos, pela saída dos filhos de casa, pelo divórcio e agora pela nova vida. Tinha sido criada em Deodoro, mas já morava no quarto de empregados naquele belíssimo apartamento da lagoa há muito tempo.
Marco entrou no chuveiro para tirar aquele amassado da cara. Era um homem forte, de uns 45 anos, moreno de praia, cabelos já grisalhos, barba sempre bem feita, queixo com furinho no meio. Os pés bem feitos e as unhas bem cortadas deixavam claro que era um homem vaidoso. E tinha que ser, com 45 anos, separado e começando a sair com homem, não poderia ser diferente. Pelos do peito aparados, músculos do abdome bem definidos, pernas grossas, Marco era “o cara”. Advogado daqueles maus, daqueles que dá nó no diabo. Mantinha um ótimo relacionamento com os filhos e com a ex mulher. Bruna, a filha mais nova, já com 18 anos, era o xodó do papai.  Túlio, o mais velho, com seus 20 anos era o típico garotão zona sul: sarado, bronzeado, lutador de jiu jitsu. Bruno já morava com a namorada num apartamento pequeno que Marco tinha, na Barra. Bruna morava com a mãe, mas visitava frequente o pai, de quem era confidente.
Marco saiu pelado do banho, secou-se, rapidamente fez a barba, entrou no closet e escolheu a roupa. Terno preto, camisa rosa clarinha, gravata vermelha.  Vestiu-se e olhou no espelho sorrindo. Gostou do que viu. Sabia que era bonito, sabia que não passava desapercebido. Pegou a mochila da academia, colou a roupa da malhação dentro, o celular, a carteira e saiu rapidamente do quarto, com passos largos pelo corredor. Passou pela cozinha para pegar o elevador de serviço, que saía quase em frente de sua vaga na garagem, quando viu a empregada sentada comendo agora um pedaço de bolo. Com um sorriso na cara, olhou e falou alto:
- Gorda, vai ficar gorda, comendo desse jeito.
Solange não teve nem tempo de engolir o pedaço de bolo para responder – por que teria respondido – quando Marco desapareceu pelo corredor do prédio na direção do elevador.
- Filho da puta, acha que todo mundo tem que comer essa merda de “ganola” com fruta. Ficou reclamando como se fosse uma velha, que na realidade não era. Tinha a mesma idade de Marco e na verdade era uma mulher bem apanhada. Morena clara, peitos fartos, cintura fina, coxas grossas e muito mau humor.
...
Entrou no escritório já dando ordens para a secretária e mandando chamar os advogados juniores.
- Dona Elisa, manda o Renato me mandar por correio uma atualização dos casos da cliente dele de Passo Fundo, ele sabe o que é. Pede ao Roberto que desmarque a reunião de hoje à tarde com o pessoal da siderúrgica, tenho que ir ao campeonato de jiu jitsu do Tulio – essa informação é para a senhora, não para eles. Pede ao contador que me mande um correio com a prévia da declaração do meu IR, avisa a Márcia do campeonato do Tulio também.
- Dr. Marco Aurélio, o rapaz que veio fazer o estágio com o senhor está aí. O senhor vai receber agora?
Marco franziu a testa e pensou “caralho que saco”. Mas olhou pra secretária e disse:
- 5 minutos e manda ele entrar.
- Sim senhor.
Marco entrou, sentou-se e abriu  o lap, pegou os convites e correspondências já abertos e começou a ler. Tanta bobagem... a Câmara de Vereadores do Rio convidando para uma seção solene de homenagem a um ex deputado estadual falecido.
- Bandido!  Essa Câmara só tem bandido e ladrão e esse filhos da puta não cansam de gastar o dinheiro do contribuinte com homenagens e coquetéis – disse ele em voz alta, falando sozinho.
- Senhor!?
Marco levantou os olhos e viu um rapaz de uns 20 anos, em pé na frente da porta já fechada, com uma pasta de couro na mão. Tinha os cabelos meio compridos bem anelado em cachos castanho claros. Alto, magro, tinha um porte bonito. Usava uns óculos redondos que lhe davam um ar maroto, de menino intelectual de esquerda.
- Não vou falar pra você entrar por que você já entrou, mas senta rapaz.
- Dr. Marco Aurélio, eu bati na porta e entrei como sua secretária me mandou. Mas o senhor, acho que não me ouviu. Meu nome é Cláudio, sou filho do Senador Eliézer, meu pai me disse que o senhor estaria me esperando.
- Estou sim, seu pai é meu cliente e me disse que você precisava de um estágio. Você está em que período da faculdade?
- Quinto período Dr. Marco Aurélio.
- Bom, você sabe que apesar de seu pai ser líder da bancada evangélica, aqui a gente negocia com o diabo né?
Cláudio ficou olhando sem saber o que responder. Tinha crescido em uma família muito religiosa e apesar de estar na faculdade de direito não estava acostumado com brincadeiras ou palavrões.  A mãe o tinha educado para ser bispo. O pai, que era político das antigas, não era tão religioso assim, mas mantinha todas as aparências em casa e socialmente. Claro que em privado – e com seu advogado – a coisa era bem diferente.
- É brincadeira rapaz. Nosso escritório é criminal, aqui fazemos advocacia criminal, você gosta do assunto?
- Gosto muito Dr. Marco Aurélio, lá na igreja eu faço parte do aconselhamento de casais com minha mãe.
Marco franziu a testa e pensou “porra, o que esse menino acha que essa merda de aconselhamento de casais tem haver com traficante de droga ou com o pai bandido dele?”.
- Claro, claro, mas me conte mais das suas experiências pessoais, de sua vida, o que faz... e as namoradas?
- Não tenho namoradas não senhor, Dr. Marco. Na nossa casa a gente só namora pra casar. E eu sou um cara direito. Sigo “a palavra”.
Cláudio começou então a relatar as coisas que fazia, disse que tinha sido campeão fluminense de natação na categoria júnior, que nadava todos os dias, falou da igreja, fez citações da bíblia, falou da família e tudo mais. Marco olhava fixamente o rosto do rapaz. Via seus dentes brancos e seu sorriso sincero, os olhos cheio de vida que atentos procuravam seus feedbacks na conversa, os braços compridos e morenos, sem nenhum pelo aparente, os cabelos encaracolados que balançavam quando ele se mexia. Alguma coisa naquele rapaz excitava Marco. Não sabia dizer o que era, mas, excitava. Não sabia se era o fato do menino aparentemente nunca ter tido namorada, de não sair de casa, de ser crente ou se era o fato de ele ser bonito mesmo. Mas que excitava, excitava!  A tal ponto de marco ficar de pau duro na conversa.
- Bom Dr. Marco Aurélio, estou ansioso pra começar e poder aprender com o Senhor.
- Será ótimo Cláudio, amanha então você já começa. Chegue cedo e peça a D. Elisa que te entregue um Lap Top, passe no RH do escritório para as providencias de estágio, veja o que eu tenho na pauta de amanhã de tarde e estude os processos.
Marco levantou e esticou a mão para se despedir do rapaz. O volume na sua calça era evidente, tudo que usava era justo. Logo, o pau estava marcado e não tinha o que fazer. Cláudio levantou e olhou de relance. Rapidamente baixou a cabeça como que se tivesse visto alguma coisa proibida. Cumprimentou Marco e saiu da sala.
Marco ficou pegando no pau e pensando no menino.
- Caralho, que qué isso. Cabaço com essa idade. Não deu, não comeu, não chupou? Duvido muito, não deve ser santo assim – disse falando alto.
- Dr. Marco Aurélio, o cliente que estava marcado para as 11 já chegou.
Marco olhou no relógio e viu que já eram onze e quinze. Tinha ficado quase uma hora conversando com o rapaz e não tinha percebido.  Pensou consigo mesmo e falou alto – vamos haver...
...
A luta acabou e Tulio tinha perdido feio. O rapaz saiu indignado da academia.
- Porra pai, aquele viado do Conrado roubou, caralho! Ele tá tomando bola pai, não é forte daquele jeito.
- Calma filho, um dia a gente perde, outro a gente ganha. Treina mais, pratica mais.
- Mais que eu treino pai? Não tem jeito, - pai - aquele viado tá vindo aí, pai.
- Pô Tulio, tu lutou legal cara, semana passada você ganhou. Nessa se fudeu... Ele só pensa em buceta Dr. Marco Aurélio, ele só quer saber de foder. Ai se fode na competição.
Tulio e Conrado eram amigos desde sempre. Eram amigos de infância e tinham crescido juntos. Mas treinavam em academias diferentes e dessa vez tinham chegado em um torneio um contra o outro.
- Mentira tua seu viado, tu ganhou por que tá tomando bola.
- Que bola da onde, eu treino é 4 horas por dia. Já você aparece pra treinar duas vezes por semana, princesa!
Nisso o clima já tinha ficado mais leve e mais descontraído. Os dois amigos já se cutucavam e brincavam um com o outro. Marco olhava para o filho com misto de orgulho e satisfação. Era seu filho, sua continuação.
- Escuta vocês dois, vamos lá pra casa, bebemos um pouco, vocês dois brigam mais um pouco, a gente curte uma musica. O que acham?
- Vamo borá ai pai, vou só dar um toque na Samanta, pra ela ir também. Vamos lá né viado?
- Claro, vamos comemorar a minha vitória!
Nisso os dois já estavam abraçados e em ótimo clima. Marcou entrou no carro, ligou pra casa e falou com D. Solange:
- Solange, arruma uma coisa de comer, vou pra casa com meu filho, a namorada dele e o Conrado. Não esquece que o Conrado tem alergia a camarão.
 - Tudo certo Dr. Marco Aurélio. O menino Conrado não morre hoje aqui não.
Solange conhecia Conrado desde que tinha oito ou nove anos. Os dois meninos brincavam com ela como se ela fosse da família. E ela adora os dois, como se fossem seus sobrinhos.
Enquanto ia pra casa, Marco pensava no estagiário: “ Putz, que garoto gostoso. Deve ter a bundinha branquinha, o cuzinho apertadinho, virgenzinho.” Nisso chegou e chegaram os meninos com a Samanta. D. Solange havia preparado uma sopa com umas torradas e umas pastas com pão sírio. Os meninos ficaram comendo e bebendo vodka com tônica até às onze da noite. Todo mundo já meio bêbado, menos Marco Aurélio, que nunca bebia.
- Pai, eu e a Sa vamos dormir ai no quarto da Bruna, tá ligado? O Conrado viado vai dormir no meu.
- Acho que não vai ter jeito mesmo tio. Eu tô muito ruim pra ir pra casa dirigindo.
- Claro, vão dormir. Vamos todos alias, amanha eu tenho treino às sete horas e não quero me atrasar.
Rapidamente a casa já ficara escura e silenciosa. Marco na cama ainda pensava no estagiário. Tirou a cueca e começou a alisar o cacete. Alisava e murmurava: “vem meu crentezinho, vem aqui chupar a pica do titio vem ... vem, aqui pra eu descabaçar essa bundinha linda. O caralho duro já apontava pra cima. Marco passava saliva na mão e alisava a cabeça da pica. Não tinha o cacete tão grande, mas era muito grosso. Brincava que o pau não passava no buraco do rolo de papel higiênico...
- Pô tio....
Marco levantou a cabeça assustado cobrindo a pica com o lençol. Viu Conrado na porta parado, de pé, cueca arriada e pau duro na mão.
- Pô tio, faz isso não... deixa que eu ajudo você. Já bati tanta punheta pensando em você. E agora entro aqui querendo um remédio de estomago e vejo você de pica dura...
- Porra Conrado, você tá maluco cara!
Mas nisso, Conrado já estava perto demais. Enfiou a mão no meio dos lençóis e segurou com força a pica de Marco Aurélio.
- Dá isso pra mim tio?
Marco nem pensou em resistir. Conrado era um lindo e gostoso rapaz. Tinha também 20 anos, corpo de lutador, másculo, barriga sarada, braços e pernas fortes. Não era alto, mas ainda assim chamava atenção. O filho sempre o chamava de “viado” mas Marco sempre achou que fosse uma brincadeira entre eles e que Conrado não fosse realmente” viado”.
- Então você tem tesão no tio aqui né garotão?
- Desde que tinha 12 anos de idade tio, entrava escondido no seu banheiro pra cheirar tuas cuecas, velho.
Aquilo deixou marco imediatamente tesudo. Puxou Conrado pra cama, forçou a cabeça do rapaz em direção à pica e com um jeito mandão falou:
- Chupa a pica do tio então putinho.
O rapaz bêbado, só obedecia. Chupava a pica como se nunca tivesse chupado um pau na vida. De quatro na cama, tentava colocar o pau todo na boca e não conseguia. Marco levantou e andou em direção à porta do quarto. Fechou-a, não queria ser flagrado numa situação daquelas.
- tá muito acostumado a levar rola seu puto?
- nunca levei pô.
- Não mente seu puto! Nisso, deitou em cima do rapaz. Olho no olho, nariz no nariz, boca na boca.
- Não mente pra mim que tu apanha rapá. De mim você apanha!.
- Pode bate tio... nisso Marco deu um beijo forte e molhado no menino. Beijava e ao mesmo tempo apertava a bunda de Conrado. Descia pelo pescoço dando mordidas, às vezes mais suaves, às vezes mais forte. Conrado só gemia imóvel. Chegou  nos mamilos, que já estavam enormes e duros. Molhou os dedos, passou nos mamilos, Conrado deu um suspiro. Caiu de boca no mamilo enquanto os dedos exploravam o cu. O rapaz se contorcia na cama.
- teu cu é apertado mesmo porra.
- humm, ahh,
- Fala seu puto!
- Me come tio... sussurrou.
Marco virou o rapaz, que imediatamente se colou de quatro. Abriu a bunda de Conrado e viu um cuzinho rosado, fechadinho. Começou bem lentamente a chupar o cu. Cada vez que a barba encostava na bunda a pele do menino se arrepiava. Nisso, entre uma línguada e outra, uma dedada. Cada vez o rapaz ficava mais excitado e gemia mais alto.
- Não faz barulho caralho.
- Pô tio, me come...
Marco enterrou a boca no cu do rapaz. Conrado respirava alto, segurava o pau e falava baixinho: “não, não, não não, não quero gozar não”. Marco parou um pouco, levantou e foi até o banheiro. Precisava de um lubrificante, por que sabia que só no cuspe não entraria fácil. Acho um creme para mãos. Pensou consigo: “serve”
Conrado continuava de quatro. Marco pegou o creme e colou na ponta dos dedos. Começou a massagear o cu do rapaz, que ia laceando. Via o pau do rapaz encostando no lençol embaixo e soltando aquela “babinha” de quem está muito excitado.
- Agora você vai tomar pica seu puto – e sem gritar, cacete.
Devagar foi colocando o pau. No começo com resistência, mas depois de duas ou três pressionadas o cu foi se abrindo. O rapaz gemia alto, quase chorava. Marco começou a metida mais vigorosa, entrando e saindo. Depois de uns minutos, o rapaz gemia tanto, que o tesao já não mais os continha. Marco socava a pica e um gozo forte veio. Marco fechou os olhos e viu por um momento a cara do estagiário.
Deitou ao lado de Conrado, que agora estava deitado de bruços. Olhava para o corpo nu do rapaz e pensava –“ esse cara podia ter a buceta que quisesse mas gosta mesmo é de pica!”
- eu como buceta também tio, pô!
- Eu não percebi que tinha falado alto Conrado.
...

O AUTOR DO CONTO É O MESMO AMIGO MEU DAS FOTOS DE TERNO DO CONTO ANTERIOR. CASO QUEIRAM ENTRAR EM CONTATO COM ELE O EMAIL DELE É: brancopauzudo@hotmail.com

7 comentários:

  1. Prefiro infinitas vezes as suas narrativas sobre alguma foda, Roberto, como a que aconteceu no vídeo daquele "laguinho" com um grupo de caras, assim como o do último post do seu colega de trabalho, do que os contos desse seu amigo.

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  2. Nossa que besteira isso! Aí,aí , não tem mais o que inventar!

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  3. serio que tem gente q lê isso? mds ...

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  4. Que Mérda heim nem gastei meu tempo aff

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  5. Ôôôoooooooo bichaaaa!!!!!!! Para de ser maluca! Aaaaaaaaaaa Roberto ,se enxerga ne bicha! Para de fazer a escritora que está besta e sem graça esse conto. Conto pra boi dormir né? Menos Bi!

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  6. Pensei que ia perder meu tempo mas meu pau ficou duro do início ao fim do conto, tem continuação?

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