- Pastor, estou com medo, estou sentindo o demônio perto de mim.
- É assim mesmo Cláudio, é por isso que você está aqui. Eu tenho o poder de Deus, eu vou exorcizar esses demônios do teu corpo. Mas dói, mas dói na alma!
- Eu sei Pastor, eu sei Pastor. Louvado seja Deus, Louvado seja Deus.
Nisso Josenildo em pé, com a máquina fotográfica, tirava fotografias de Cláudio naquela posição. Rodeava o corpo do rapaz que ali sentado sem saber, era fotografado por todos os ângulos. Voltou até a escrivaninha, abriu as gavetas chaveadas e de dentro tirou um pequeno cassetete de borracha. Na escrivaninha também havia uma pequena cafeteira elétrica, funcionando. Retirou o café e deixou que a agua ficasse bem quente, para em seguida mergulhar a ponta do cassetete na água fervendo, deixando-a bem quente.
- Cláudio, você vai sentir o calor de Satanás, ele vai te perseguir, ele vai te atormentar. Não abra os olhos. Se você abrir os olhos não conseguirá se libertar e eu poderei ser dominado pelo diabo.
- Não abro Pastor, não abro Pastor, Deus vai me dar forças, Deus vai me dar forças!
Nisso, o cacete quente em uma mão, o consolo na outra, Josenildo encostou a ponta do cacete na nuca de Cláudio, que sentindo o calor na ponta do instrumento de borracha duro, soltou um gemido de susto e de espanto.
- Está sentindo quente ou frio?
- Muito quente Pastor, muito quente!
- É a presença de Lúcifer, Cláudio, ele está tentando dominar o seu corpo; está tentando dominar o seu corpo!
- Deus me Defensa, Deus me Defenda!
Nisso, Josenildo foi deslizando o cassetete pela coluna do rapaz até a lombar. Com um gesto rápido e preciso, deu uma pancada no início da lombar de Cláudio.
- Ele está me batendo Pastor, ele está me batendo!!!!
- Se acalme Cláudio, se acalme. Só eu estou aqui e ninguém está te batendo.
Nisso, com outra pancada rápida, Josenildo acertou as panturrilhas de rapaz, que agora não mais reagia com voz alta, mas entoava como que um cântico mal cantado, sufocado pelas lágrimas.
- Cláudio, você tem que confiar em mim, tem que confiar na palavra, tem que confiar em Deus.
- Eu confio pastor, eu confio.
Josenildo pegava o cacete e batia com vigor, mas com cuidado pelo corpo de Cláudio. Seria admissível alguns pequenos hematomas, mas nada que pudesse provocar a ira de ninguém depois. O rapaz, já meio acostumado com a dor, só soltava um grunhido quando sentia cada pancada. Largou o cassetete na mesa.
- Agora precisamos tirar o demônio das tuas entranhas rapaz. Ele esta dentro de você. Mas pra isso tenho que ter certeza que você não vai se mexer, que não vai abrir os olhos.
- Não vou Pastor Josenildo, Deus vai me dar força.
- Você confia em mim Cláudio, tem que confiar.
- Sim Senhor Pastor, sim senhor.
Josenildo voltou a escrivaninha, abriu novamente a gaveta de guardou o cassetete. Retirou de dentro uma corda fina, branca, bem comprida, cuidadosamente dobrada. Uma máscara de dormir preta, dois objetos unidos por uma corrente fina, que se assemelhavam a grampos de varal, sendo, contudo, de metal.
- Coloca suas mãos para trás rapaz. Vou prender tuas mãos para você não se machucar.
- Sim senhor Pastor.
Nisso Josenildo com uma habilidade enorme amarrou as mãos do rapaz, nas costas. Sem perguntar nada, amarrou cada perna em um dos pés da cadeira, fazendo que as pernas ficassem presas nos pés da cadeira. Por último colocou no rapaz a máscara. Mais fotos, de todos os ângulos. Na estante atrás da escrivaninha havia uma pequena caixa de som, conectada a seu celular. Josenildo colou então para tocar alto alguns cânticos gospel.
- Rapaz, você está possuído, Cláudio, não é um demônio, é uma legião de demônios!
- Deus me defensa, Deus me ajude!!!
Nisso, Josenildo colocou algum lubrificante na ponta do consolo. Desceu o consolo pelas costas de Cláudio, parando na entrada no cu. Cláudio sentiu aquela presença viscosa no entrada de seu rabo e deu um grunido de susto. Josenildo de uma só vez introduziu a cabeça do consolo.
- Ahhhh Pastor Josenildo, me ajude, o que está acontecendo?
- É o demônio, Cláudio, é o demônio, ele está tentando possuir sua alma. Você tem que resirtir, vc tem que aguentar firme rapaz.
Com movimentos mais cadenciados, Josenildo foi introduzindo todo o consolo no cu do rapaz, que aguentava sem dizer nada. Quando todo o pau estava dentro, Josenildo pegou os prendedores e colocou um em cada mamilo. A corrente ficou pendente no peito de Cláudio, batendo um pouco no encosto da cadeira.
- Não aguento mais Pastor, eu vou morrer, não aguento mais, eu vou morrer!
Josenildo olhou para o pau de Cláudio. O pau estava tão duro que parecia que iria explodir. A glande encostada no assento da cadeira já estava toda molhada de porra, assim como o assento. Isso só fez aumentar seu tesão pela situação. Pegou a máquina e mais fotos.
- Estamos quase no final Cláudio, quase no final. Aguento firme!
A musica abafava os sons emitidos por Cláudio. Josenildo metia e tirava o consolo da bunda do rapaz de uma vez. O cu estava todo aberto. Alguma sujeira também saia presa no consolo. Josenildo segurando seu pau por cima do tecido da calça gozava feito doido. Quando acabou de gozar, retirou o consolo e o preservativo, que enrolou em um papel e colocou no bolso. Guardou tudo que tinha usado nas gavetas , e de uma delas , retirou um pequeno frasco de perfume com o que parecia ser um óleo com essência de rosas. Passou a essência bem perto do nariz do rapaz. Retirou os pregadores dos mamilos e também os guardou. Passou um pouco do óleo perfumado pela cadeira e pela mesa, pelas roupas do rapaz e pelas suas próprias roupas.
- O demônio seu foi Cláudio, você está livre, não está mais possuído.
- Graças a Deus, Graças a Deus!
Cláudio chorava de soluçar. Não conseguia conter as lágrimas que vinham como um fio contínuo de seus olhos. Josenildo acabou de desamarrar o rapaz. Primeiro as pernas depois as mãos. Guardou as cordas na gaveta junto com a máscara preta para os olhos. Sentou-se em sua cadeira e com um ar tranquilo disse.
- Cláudio, o Senhor Deus te salvou.
Cláudio levantando com o corpo dolorido, o estômago revirado, não tinha coragem de olhar para o Pastor. Vestiu a roupa rapidamente. Aproximou-se da cadeira no pastor, ajoelhou-se e agarrou suas pernas.
- Obrigado Pastor, muito obrigado.
- Aleluia, Aleluia.
......
A sexta feira tinha amanhecido fria para o Rio de Janeiro. Caia uma chuva fina, e o trânsito na Lagoa estava um caos. Pela janela Marco Aurélio olhava os carros parados buzinando vez ou outra. A cabeça meio perdida no evento da noite anterior com o cara da sauna. Sentia o cu meio ardido e tinha dormido muito. A cabeça pesada, seguramente também pela droga da noite anterior, tinha lhe dados olhos vermelhos naquela manhã.
- Doutor Marco Aurélio, posso passar o cafezinho do Senhor?
- Pode Solange, já chego na cozinha.
Marco pegou seu paletó, sua pasta, celulares e saiu do quarto caminhando pela corredor em direção a cozinha. A mesa estava posta e D. Solange de costas passava o café.
- Mandou pegar meu smoking na lavanderia Solange?
- O Dirceu vai pegar quando deixar o senhor, Doutor Marco Aurélio. Mas achei que sua gravata borboleta estava muito desbotada e velha, mandei comprar outra, preta. Também já deixei os sapatos de verniz limpos para hoje à noite e o jogo de abotoaduras de ônix separados no seu closet.
- Você deveria ser advogada Solange, eficiente desse jeito, é um desperdício.
- Uhum, mais uma bandida no mundo...
- Eita Solange, você tem uma língua. Liga pra Márcia e diga que vou apanhar a Bruna às 7:30h, que ela não se atrase por que o trânsito vai estar pesado. O Dirceu já está...
- Na garagem com o carro ligado!
- Velha resmungona, pago tua faculdade!
Assim Marco terminou o café da manhã e desceu para o carro. Solange era tão íntima que Marco a queria muito bem. No caminho foi vendo as manchetes e lendo as notícias que interessavam.
- Doutor Marco Aurélio o Senhor vai sair pra almoçar fora hoje?
- Não Dirceu, por quê?
- Preciso pegar uma roupa do senhor e também um pacote numa loja no centro, para a Solange.
- Sim, vou usar tudo hoje à noite. Pode pegar, vou passar o dia no escritório.
O trânsito ia lento, mas Marco aproveitava o tempo. Lia, redigia e-mails, ligava para as pessoas, falava com as secretárias e com os advogados do escritório. Quando finalmente chegou, já estava com boa parte das coisas da manhã resolvidas.
- Dona Elisa, manda o estagiário Cláudio vir até a minha sala, em 5 minutos.
- Sim Senhor, Doutor Marco Aurélio.
Marco entrou em sua sala, viu a agenda do dia e mandou reorganizar alguns compromissos. Viu que tinha algumas pendências, mas mais que isso, ainda pensava na foda da noite anterior.
- Negão filho da puta...
- Bom dia Doutor Marco Aurélio.
- Porra Cláudio, você não faz barulho pra entrar rapaz? Senta aí no sofá que já estou chegando.
- D. Elisa, manda trazer mais um cafezinho pra mim e – Cláudio, você toma o que ? – e uma Coca Zero pro estagiário.
Assim, desligou o telefone e sentou-se no sofá, de frente para Cláudio.
- Como estão as coisas aqui no escritório Cláudio, tem gostado do trabalho?
- Muito Doutor Marco Aurélio, tenho aprendido muito.
- Que bom, tenho gostado do seu trabalho também. E seu pai, ainda em Brasília, ele vai hoje á noite na abertura da exposição?
- Não Doutor, não vai não. Ele chega de Brasília no final do dia muito cansado, mas reforçou que eu deveria ir.
- Isso eu mesmo fiz ontem na justiça rapaz. E tua mãe, vai também?
- Ela vai comigo Doutor.
- Ótimo então. Hoje você pega a pauta da semana que vem e deixa os processos com as anotações na minha mesa, até o final do dia.
Marco olhava direto nos olhos de Cláudio. O rapaz não se sentia intimidado, mas também não se sentia a vontade. Depois da sessão de “retirada de demônios “ da noite anterior, estava meio confuso sobre o fato e não se sentia a vontade para encarar ninguém. Marco, por outro lado, olhava para os braços do rapaz. Tinha corpo de nadador, peito largo e braços fortes, embora não fosse musculoso. Estava usando uma camisa de manga curta, como sempre usava, mas por conta do leve friozinho daquela manhã chuvosa seus pelos estava meio arrepiados. Dava para notar também os mamilos grandes e pontudos por debaixo do tecido fino e quase transparente da camisa branca.
- Que roxo é esse no teu braço rapaz, apanhou em casa?
Cláudio olhou rapidamente para o braço e viu uma enorme marca arroxeada. Por um momento não consegui imaginar de onde vinha aquilo, mas rapidamente de lembrou do exorcismo pelo que passara.
- Jogando futebol Dr. Marco Aurélio.
Marco deu uma risada alta, em tom de brincadeira. Não poderia imaginar coisa mais normal que um roxo advindo de prática desportiva.
- Está certo Cláudio. Então nos vemos hoje à noite. E pare de jogar futebol com o diabo, se não acaba levando é chifrada.
Acabou a frase e mais uma larga risada. Cláudio olhou nos seus olhos com expressão séria e assustada. Marco nada entendeu, mas levantou-se e juntos saíram da sala para dar continuidade aos afazeres do dia.
....
- Filha, e os namorados?
- Não estou namorando pai, você sabe que eu não gosto de bagunça e os garotos hoje só querem ficar, transar, fumar baseado.
- Bom, ao menos o pessoal se diverte mais do que na minha época. A gente casava rápido demais – o que no meu caso foi uma sorte, por que tenho você e seu irmão como amigos.
- É verdade paizinho. E os teus “namoros”?
Bruna falava de maneira impessoal por conta do motorista. Sentados no bando de trás do imenso carro preto blindado de Marco, os dois conversavam alegremente.
- Teu pai está ficando velho filha....
- Ah pai, você nem convence com esse discurso. A mamãe me disse isso essa semana, eu falei pra ela que ela era “super” jovem ainda. Mas você, ainda é muito mais jovem do que ela, muito mais vaidoso. Está um gato pai, nessa roupa preta então, aff, minhas amigas todas - e muitos dos meus amigos – sussurrou baixinho – te pegavam!
Os dois riram e em uma gostosa cumplicidade se deram as mãos. Gostavam-se muito e tinham uma relação muito próxima. Marco via na filha sua menina e ela era apaixonada pelo pai, como as garotas normalmente são.
- Pai, vamos ficar muito? Amanhã acordo cedo pra estudar e malhar.
- Não filha, não vamos demorar. Mas amanhã é sábado, você vai estudar no sábado?
- Tenho grupo de estudos amanha às oito da matina, em ponto, lá em casa; antes disso tenho que ir pra academia.
- Queria ter essa disposição!
- Doutor Marco Aurélio, chegamos. O Senhor desembarca aqui. Quando o Senhor quiser sair, se puder me ligar uns 15 minutos antes. Não posso ficar parado aqui perto, então vou ter que estacionar umas quatro quadras daqui.
- Tá certo. Filha, vamos lá!
A festa estava linda. Os convidados já se reuniam ao redor de enormes banners e frases projetadas no chão. Cláudio andava com sua mãe entre os convidados, segurando uma taça de champanhe. Estava lindo com seus cabelos anelados, calça preta mais justa e camisa branca de manga comprida. Usava uns tênis modernos baixos. Os cachos lhe caiam sob a testa, o que dava ao rapaz um ar de descaso simpático. A mãe, sempre muito bem vestida, de saia longa e sapatos altos, olhava para todos os lados, muito mais interessada em ver as pessoas do que a exposição propriamente.
- Cláudio meu filho, quem é aquela menina com teu chefe? A nova mulher dele?
- Não sei mãe, não faço a mínima ideia. Eu só sei que ele é separado da mulher dele. Mas a senhora sabe, aos olhos de Deus ela continua sendo a mulher dele.
- Vamos lá cumprimenta-lo meu filho.
- Claro mãe.
E assim, os dois se aproximaram de Marco e de Bruna, que riam e liam as frases projetadas no chão, comentando alegremente sobre a exposição.
- Doutor Marco Aurélio, boa noite. Linda exposição. Meu marido não pode vir, coitado, ainda está em Brasília, acabou não chegando hoje.
- D. Helena, que bom vê-la aqui! Doutor Cláudio! Seu filho é muito competente, será um grande advogado.
- Doutor Marco Aurélio, o senhor não sabe a alegria que me dá. Meu menino vale ouro. Temente a Deus, estudioso, só precisa ser mais disposto na vida. E Essa moça linda...
- Minha filha Bruna. Filha, essa é D. Helena Soarez, mulher do Senador Eliézer Soarez. O filho dela está estagiando comigo no escritório, não é Cláudio?
- Claro Doutor Marco Aurélio.
- Muito prazer senhora. Muito prazer Cláudio.
Os quatros seguiram conversando amistosamente por alguns momentos mais. Helena o tempo todo perguntando à Bruna o que fazia, o que estudava, se tinha namorado ou se já tinha tido, onde morava. Cláudio conversava com Marco Aurélio sobre a exposição. Bruna, no entanto, não tirava os olhos de Cláudio. Estava fascinada pela beleza e pela delicadeza do rapaz.
- Muito bem então Doutor Marco Aurélio, vou levar minha mãe para ver o resto da exposição e depois para casa. Muito prazer Bruna.
- Claro Cláudio. Boa noite Helena, lembranças minhas ao Senador. Vamos filha.
- Boa noite Cláudio, boa noite D. Helena.
Assim os quatro se separaram. Cláudio seguiu andando com a mãe pela exposição, que estava mais interessada em comentar sobre a conversa que acabaram de ter, do que qualquer outra coisa.
- Cláudio, você precisa sair com essa moça meu filho. Ela é uma joia, filha de um advogado rico e famoso, bonita e nunca namorou. Posso levar ela para a Igreja.
- Pode ser mãe, uma hora dessas eu falo com ela.
- Uma hora dessas nada, eu a convidei para um banho de piscina no domingo. Suas primas estarão em casa, vai haver outas moças da Igreja, quero que você converse mais com ela.
- Sim senhora mãe.
E os dois saíram de mãos dadas da exposição. Cláudio entregou ao rapaz do vallet parking o canhoto do recibo de guarda do carro. Marco e a filha andavam também pela exposição. Mas Bruna, ao longe, sempre dava um jeito de olhar para Cláudio, que nem a notava. Havia gostado muito do rapaz e esperava pela próxima oportunidade de revê-lo.
- Pai, D. Helena me convidou para um banho de piscina na casa deles no domingo. Parece que umas primas vêm de fora e como ela só tem um filho me convidou para conversar com as meninas.
- Bem, filha, se quiser ir, por mim tudo bem. O marido dela é Senador, meu cliente e conheço a família, além do Cláudio ser meu estagiário. Ela é muito chata, mas as primas podem ser agradáveis.
Marco não percebeu o real interesse da filha, que de longe via Cláudio recebendo o carro do manobrista e saindo junto com a mãe.
...
Autor: brancopauzudo@hotmail.com
Tesao! Quantos capitulos serão? Tudo isso é ficção né? Abraços e você bem que podia publicar com intervalo menor né....
ResponderExcluirBoa noite a todos... Indiferente que seja um conto ou realidade, que saibamos respeitar todas as crenças... Indiferente da sexualidade de cada um, todos nós devemos ter um porto seguro espiritual... Portanto, achei o contexto deste texto de extremo mal gosto e desrespeitoso... Que aprendamos a lidar com as diferenças, sejam elas fisicas, sexuais e tmbm religiosas... Pois somos parte desta diferença... Mais uma vez reforço aqui a minha repulsa ao contexto do conto acima... #lamentavel.
ResponderExcluirCara, viado evangélico não dá! Conhece o Feliciano e o Edir Macedo? Gostei ainda mais do conto, vou mandar um e mail pra esse cara. #crentedoraboquente
ResponderExcluirRoberto sempre tentando causar um impacto no blog, infelizmente sempre impactos negativos! Enfim, ele está ganhando o dele! Já já ele vem com as frases feitas dele dizendo que o blog é sem fins lucrativos ,blá,blá bla. Resumindo, a cada dia menos acessam o blog por falta de qualidade do Roberto!
ResponderExcluirAgora esses textos gigantes, sem graça que 3% somente tentam ler até a terceira linha,pois nos contos imbecis anteriores, só tem críticas!
Nossa, mas que exatidão, em colega? Cada dia menos acessam o blog ? Quantas pessoas estão acessando menos? Qual a frequência de acesso dessas pessoas? Em quanto foi a queda?
ExcluirSó 3% tentam ler até a terceira linha ? Nossa, diz para nós como você chegou a esses dados. Estamos aguardando, ok ?
Imo quem tem e quiser chama la sou novinho 77998478619
ResponderExcluirquero ver foda....
ResponderExcluirmuda essa desgraça..
Kkkkkkkk
ExcluirIsso é pedalada !! cuidado, a última que deu pedalada está na fila do seguro-desemprego
ResponderExcluir?????
Excluir