segunda-feira, 6 de junho de 2016

Quinto capítulo


 - Minha filha, mas que cor linda que você tem! E que corpo, que cabelo, você é toda linda, uma princesa de Cristo. 
- Obrigado D. Helena, a Senhora também está muito bem. Minha mãe não é tão vaidosa, apesar de agora estar até um pouco mais preocupada com isso. 
- Cláudio! Vem cá meu filho, senta aqui com a gente. 
A visão de Cláudio vindo de sunga era um deslumbre. Bruna olhava para o rapaz caminhando e atravessando a área da piscina. Moreno, sem pelos, sunga preta, os cabelos encaracolados molhados balançavam levemente. Coxas grossas, pés bonitos, peito largo. O perfeito menino do Rio. O pau ajeitado do lado direito fazendo volume.  Bruna tinha que se conter para não olhar demais.
- E ai Bruninha, vamos lá conversar com minhas primas, elas chegaram do interior e estão doidas para ter conselhos “femininos”  cariocas. Minha mãe fica aqui nessa “suga” contigo. 
- Meu filho isso é jeito de falar com a moça! 
Nisso Cláudio pegou Bruna pela mão e já de pé os dois caminharam na direção das três jovens que estavam do outro lado da piscina sentadas, conversando alegremente. Duas eram filhas de irmãos do senador e uma era uma amiga, todas da cidade do interior de onde vinha boa parte da família. A mais velha era Natália, morena jambo, de uns 20 anos, com um corpo bem feito, seios grandes, firmes, bunda grande. Uma mais baixinha, Nádia, prima de Natália, castanha clara, também bem feita de corpo, mais um pouco mais cheinha. Usava um maiô escuro, que disfarçava um pouco os quilos à mais que tinha. E a terceira Joana, a amiga das duas, pequena, loira, de olhos verdes vivos, corpo lindo, seios pequenos, também ao redor dos vinte anos. 
- Meninas essa aqui é a Bruna, filha do meu chefe. 
- Oi gente, tudo bem? 
- Prazer Bruna! Nossa, que linda que você é! Que cabelo chique, que biquíni chique! A gente não tem isso no lá em Pedra Azul não... 
O comentário soou engraçado e todos riram. Nádia era muito brincalhona e fazia palhaçada com tudo. Bruna olhou bem para as meninas e teve muita simpatia por elas. Cláudio já abraçado com a prima bebericava um copo que parecia ser uma caipirinha. 
- Bruna, meu primo já te contou que foi ele que me ensinou a brincar de médico quando a gente era criança? 
- Nati, para de ser desbocada cara, eu nunca brinquei de nada com você, ou melhor, brinquei de muita coisa, mas de nada que não pudesse ser brincado na frente de todo mundo. 
- Hunn, então você gosta de fazer na frente de todo mundo? Meninas, abram a roda aí! 
- Porra Nati, não tem jeito, você é foda. Acaba que ninguém ganha de você. Bruna, não ouve essa maluca não. 
Nisso Cláudio e Natália se abraçavam. Eram primos irmãos, se conheciam desde criança. Sempre passavam férias juntos e de fato Cláudio e Natália tinham descoberto a sexualidade juntos, embora não tenham feito efetivamente nada. 
- Vocês vêm muito ao Rio, gente? Adorei essa pulseirinha que você está usando Joana!
- Ganhei do meu pai quando ele veio da Grécia, é o tal olho grego. Achei bem legal também. 
Os cinco ficaram conversando alegremente, enquanto Helena olhava de longe satisfeita. Estava investindo no futuro, sabia que Cláudio precisava casar bem, que aquela moça era uma joia, que o pai era rico e influente – e fora da política –, portanto com menos oscilação que o seu marido. Também sabia que o amor era como uma conta bancária, que quando mais cheia, mais afetuosa a relação e que fica muito desagradável quando está no vermelho. 
- Meninas, fiquem a vontade, eu vou entrar por que estou muito velha para tomar tanto sol. Cláudio meu filho, você leva a Bruna pra casa quando ela quiser. Foi ótimo você ter vindo querida, mande lembranças para o seu pai. 
- Beijos tia Helena!
- Obrigado D. Helena, eu dou sim. 
E assim Helena deixou os jovens na piscina. Nem bem tinha virado as costas, Natália tirou uma pequena lata da bolsa e deu um “viva”. 
- Gente, agora que a tia foi, vamos dar um tapinha? 
- Vamos prima, você é do balacobaco – respondeu Nádia. 
- Nati, você sabe que eu não fumo e não sei se a Bruna fuma ou não. 
- Eu na verdade já fumei, até curto de vez em quando, mas é a única droga que eu uso.
- Bom, quem quiser fuma, quem não quiser não fuma gente. Liberdade de expressão! 
- Sou doida, liberdade de expressão é outra coisa – respondeu Cláudio. 
- A Cláudinho, liberdade de ação então! 
Todo riram enquanto Natália enrolava o baseado. Começaram e fumar e seguiram bebendo caipirinhas. O clima relaxado entre as meninas foi deixando Bruna meio mole, mas a visão de Cláudio, sentado de pernas abertas bem na sua frente a deixava completamente excitada.  Duas horas depois, fumando e bebendo, todas estavam muito “colocadas”, menos Cláudio, que não tinha fumado nada. 
 - Meninas, vamos descansar um pouco no nosso quarto. Você vem com a gente Bruna, não pode chegar em casa com esses olhos vermelhos. Você vai comprar uma pizza Cláudio, uma não, três...
- Porra Nati, você é autoritária pra caralho. Mas é melhor assim. Bruninha, sobe com essas malucas e dá uma descansada. Daqui uma hora mais ou menos eu to de volta com as pizzas. 
 - Isso Cláudio. E mousse de chocolate. Quero mousse de chocolate de sobremesa. 
- Sua maluca! 
Claudio saiu rindo e zombando da prima. As meninas arrumaram as coisas e subiram. Já no quarto, se jogaram na enorme cama queen e no sofá cama que estava aberto. 
- Agora vamos nos divertir um pouco meninas, que estou tonta te tesão. 
Bruna olhou com um olhar surpreso para as três. Não imagina que iria ver a cena que estava se desenrolando. Já peladas, Natália beijava Joana e com as mãos bolinava a moça com força. 
- Elas são namoradas Bruna, mas ninguém sabe – Comentou  Nádia. Mas a gente pode se divertir muito também. 
Bruna ardia de tesão com cena que acontecia na sua frente. As duas em um sessenta a nove chupavam a boceta uma da outra, gruindo de tanta excitação.  Já com os bicos dos seios duros, Nádia tirou seu maiô e desamarrou o biquíni de Bruna. As duas deitaram no sofá cama e Nádia lhe deu um beijo molhado, ardente. Bruna retribuiu o beijo, mas viu muita diferença dos homens que estava acostumada a beijar. Aquele beijo delicado não combinava muito com sua experiência. Chegou à cabeça para trás e Nádia foi descendo pelos seus seios. Sugava os mamilos e acariciava sua boceta. Seu grelo todo exposto, estava tão duro e sensível que sentia o corpo da outra a distância, sem haver qualquer toque. 
- Nádia, eu sou virgem... – sussurrou Bruna. 
- Você é virgem??!! Linda desse jeito!
- Sou virgem... 
Bom, então vai continuar, mas podemos brincar muito.... 
Nisso começou a chupar seu grelo com delicadeza, mas com movimentos circulares, que deixaram Bruna quase sem ar. Bruna apertava os seios e gemia. A moça passou então a chupar também a boceta e depois o cuzinho. Bruna piscava de tanto tesão. Nunca tinha tido o cu chupado e o máximo que tinha experimentado era uma bolinação mais forte de um dos garotos. 
- Vamos explorar agora seu botãozinho babe,  ver o que podemos fazer sem você perder seu selinho de fábrica – disse Nádia, dando uma risadinha baixa. 
Foi fazendo pressão devagar na porta do cuzinho de Bruna. Lentamente as preguinhas foram se abrindo. Muita saliva, mais chupadas no grelo e o dedo foi inteiro. Primeiro um depois o outro. Bruna arranhava os seios, puxava os bicos com força e falava palavras desconexas. Sentia um calor na boceta, que pingava de tão lubrificada. O calor foi aumentando e seu quadril foi se ondulando, até que veio um primeiro orgasmo. Forte e desconcertante. Depois o segundo. Bruna fechou os olhos e soltou o corpo retesado. 
- Porra Nádia que qué isso, sua vaca, disse Joana.          
As duas namoradas na cama ao lado, super  excitadas, acompanhavam toda a transa. 
- Que delícia. 
- Uhun... 
Bruna relaxada, não tinha força pra responder. 

....

Marco andava em casa de um lado pro outro. Domingo era um dia chato e não pensava em fazer muita coisa além de trabalhar. Abriu o laptop e começou a disparar e-mails de trabalho, como os chefes chatos fazem. Pediu a pauta da semana para a secretária, mandou e-mails cobrando resultados para outros advogados e finalmente mandou um e-mail para o estagiário, pedindo que ele acompanhasse a pauta de Brasília com atenção, na quarta e quinta feira. 
Cláudio, que tinha seus e-mails no telefone celular, respondeu imediatamente: 
De: Cláudio Soarez (claudio.soarez@advogados.mil.net) 
Enviada: Domingo 24 de outubro de 2014 16:21:39
Para: Marco Aurélio (marco.aurelio@advogados.mil.net)
Dr. Marco Aurélio, 

Pode deixar. Acompanharei e informo ao Senhor. O senhor pode me deixar a senha do seu acesso ao Jus Net para que eu possa acompanhar melhor os nosso processos no STJ? 
Bruna está lá em casa tomando sol com minhas primas, eu sai para comprar uma pizza pra gente. 
Respeitosamente, 
Cláudio. 
Marco leu o e-mail e viu que o rapaz estava on line. Na mesma hora pensou no rapaz de sunga, bronzeado, molhado de piscina. Seu pau ficou duro. Pensou alto como sempre fazia: 
- Comida molhado e com gosto de cloro.... 
De: Marco Aurélio ( marco.aurelio@advogados.mil.net) 
Enviada: Domingo 24 de outubro de 2014 16:22:15
Para: Cláudio Soarez (claudio.soarez@advogados.mil.net) 
Estagiário, 
Você deixou minha filha sozinha em tua casa e saiu? Que tipo de anfitrião é você? 
Não posso passar minha senha por aqui – é uma senha!! Se quiser passe aqui em casa que te entrego hoje ainda. 
MA
Cláudio leu o e-mail na hora e não sabia se era brincadeira ou se o Marco falava a verdade com relação a estar aborrecido sobre o fato de Bruna ter ficado sozinha com as primas em sua casa. 
De: Cláudio Soarez (claudio.soarez@advogados.mil.net) 
Enviada: Domingo 24 de outubro de 2014 16:23:55
Para: Marco Aurélio (marco.aurelio@advogados.mil.net)

Dr. Marco Aurélio, 
Deixei as meninas descansando um pouco... Foram muitas horas de sol e elas estão relaxando em casa. Estou fazendo uma hora na rua para comprar a pizza e voltar pra casa. Posso passar por ai agora, para apanhar a tal senha? Estou com roupas informais se o senhor não se importa. 
Respeitosamente, 
Cláudio, 
Marco leu a mensagem e automaticamente ficou mais tesudo. Sozinho em casa, de pau duro, o estagiário chegando, sozinho também. Putz, era uma oportunidade boa... mas o menino não tinha dado sinais evidentes de que queria alguma coisa. 
- Depois posso ter problemas com o pai dele – pensou consigo mesmo. 
De: Marco Aurélio ( marco.aurelio@advogados.mil.net) 
Enviada: Domingo 24 de outubro de 2014 16:26:15
Para: Cláudio Soarez (claudio.soarez@advogados.mil.net) 

Cláudio, 

Pode vir, eu também estou bem a vontade em casa. Estou brincando com relação a minha filha. Ela já é bem grande. Você sabe o endereço.  Em quanto tempo você chega?
MA
De: Cláudio Soarez (claudio.soarez@advogados.mil.net) 
Enviada: Domingo 24 de outubro de 2014 16:28:10
Para: Marco Aurélio (marco.aurelio@advogados.mil.net)

Dr. Marco Aurélio, 
Chego em 15 minutos. Estou aqui na Lagoa. Até já. 
Claúdio. 

Marco leu a última mensagem de Cláudio já entrando no banho. Tomou uma boa ducha, vestiu um short curto de moletom  - seu cueca – uma regata e ficou descalço. Queria parecer relaxado e ao mesmo tempo ter uma aparência jovial. Voltou para a sala de estar onde tinha deixado o laptop, pegou os jornais, espalhou pelo sofá e ficou lendo. Avisou o porteiro da chegada de Cláudio e mandou que subisse direto. Em pouco tempo escutou a campainha. Levantou calmamente para abrir a porta. Estava super excitado e seu pau já marcava o short justo, que sem cueca, beirava a indecência. 
- Boa tarde Cláudio, entre. Fique a vontade. 
- Boa tarde Dr. Marco Aurélio, desculpe incomodar o senhor em casa, mas como me  mandou o e-mail fiquei preocupado e logo respondi. O Senhor tem razão em não informar senhas por correio eletrônico, não é seguro. 
- Não incomoda rapaz, senta aí. 
- Não posso sentar Dr. Marco Aurélio, vou molhar seu sofá. Estou de sunga por baixo da bermuda e a sunga está molhada. 
Marco olhou o rapaz de cima a baixo. Bermuda de surfista, camiseta, havaianas. Cláudio era um tesão de qualquer jeito. Ainda de sunga molhada, ou seja, a bermuda toda marcada, era difícil de disfarçar. 
 - Não se preocupe rapaz, não tem problema, não problema. Com esse calor todo tudo aqui seca em meia hora. Relaxa. Você toma uma cerveja? 
- Tomo sim Dr. Marco Aurélio. 
Marco levantou e foi buscar. Cláudio ficou olhando o chefe andar de costas. Bunda linda, pernas grossas, peludas, bronzeadas. Peitos largos. Marco era um homem lindo. Cabelos curtos e já ficando grisalhos. Era o tipo de homem com o qual Cláudio tinha se masturbado milhões de vezes. Mas imediatamente veio a culpa. Fechou os olhos como que em um gesto de punição e abaixou a cabeça. 
- Está passando mal rapaz? 
Como quem acorda, Cláudio olhou pra cima.  Estava Marco Aurélio com uma garrafa grande de uma cerveja importada na mão e dois copos. 
- Não Dr. Marco Aurélio, estou só um pouco cansado pelo excesso de sol de hoje. As meninas precisaram dormir um pouco, mas quarto só com mulher, elas ficaram por lá e eu sai.
- Sei como é. E você já pegou essas tuas primas? 
- Não Senhor Doutor, elas são minhas primas irmãs. Uma delas bem que quis mas eu não quis não.    
Os dois então se sentaram no amplo sofá branco de três lugares onde Marco estava. Marco com os pés no sofá, meio esparramado no canto, tinha as pernas abertas e a bermuda marcava bem o volume do seu pau. Cláudio, no meio sofá, quase tocava o pé de Marco com seu joelho. A situação era sexualmente tensa e os dois homens naquela sala claramente latejavam de tesão. 
- Essa cerveja é um pouco forte, é alemã. Mas eu gosto muito. Você já provou? 
- Não, não provei não. 
Marco serviu a cerveja. Estava bem gelada. Os dois começaram a beber em uma conversa mais alegre. Cláudio bebia em goles largos e acabou rapidamente o primeiro copo. Marco serviu o segundo. Seguiram conversando. Falaram de processos, de família, Marco contou de sua separação, da relação com os filhos, enfim, de tudo que havia construído. Foi na cozinha e pegou outra garrafa. As garrafas eram maiores do que as nacionais, portanto com uma cerveja forte daquelas Cláudio começava a ficar “alto”.
- Onde é banheiro Dr. Marco Aurélio? 
- A segunda porta a esquerda no corredor rapaz. 
Marco viu Cláudio indo ao banheiro. Tinha bebido muito menos, mas tinha bebido. Só tinha desejos pra com o rapaz.  Já não lembrava mais do pai senador, do escritório, da mãe, da religião, enfim, só tinha olhos para o rapaz. 
Cláudio voltou e sentou-se no mesmo lugar. Marco tinha esticado um pouco mais a perna no sofá e seu pé agora encostava na bermuda de Cláudio. Em segundos, o pau do rapaz ficou duro. Mesmo por debaixo da sunga, dava para perceber na bermuda o pau acomodado pro lado, grosso e bem duro. Marco vendo aquilo, também teve uma poderosa ereção, que não fez questão nenhuma de disfarçar. Cláudio bebeu praticamente um copo de cerveja em um único gole. Nervoso. 
- Vá devagar rapaz, essa cerveja é forte. 
- Eu sei Dr. Marco Aurélio... Já estou sentindo os efeitos dela.
- Nisso Marco movimentou-se para pegar a garrafa, que estava na mesa de centro em frente ao sofá. Sua ereção ficou tão amostra que Cláudio, já bêbado, não tirou olhos do pau de Marco, mordendo o lábio inferior com força. O pé de marco já encostado na coxa de Cláudio deslizou pela perna do rapaz. Não havia por que resistir mais. Os dois estavam entregues. Marco puxou o rapaz pelo braço. Cláudio segurou a cabeça de Marco e os dois se beijaram loucamente, deitando no sofá. Os beijos foram tão intensos, foram tantos abraços, tantas mordidas no pescoço, tantas chupadas de orelha que quando se deram conta, já estava os dois pelados. 
Marco levantou-se e deitou no sentido contrário ao de Cláudio e os dois iniciaram um delicioso sessenta e nove. Cláudio com o pau de Marco na boca, Marco chupando o pau de Cláudio, os dois chupavam, massageavam as bolas um do outro, passavam o dedo um no cu do outro. Uma corrente elétrica conectava os dois corpos. Subitamente, Cláudio levantou a cabeça e ainda todo ereto puxou sua camiseta que estava no chão. 
- O que foi Cláudio? 
- Isso está errado Dr. Marco Aurélio, isso é coisa do demônio. Estamos tentados eu e o Senhor. Temos que parar com isso. Preciso sair daqui. 
Marco não sabia o que responder. Levantou-se, e o rapaz vestiu a bermuda  e a camiseta. Pegou a carteira e a chave do carro e saiu correndo pela porta da sala. Marco ficou ali no sofá, nu, atônito. Não sabia o que esperar ou pensar. Olhou para a mesa de centro e viu o celular de Cláudio. Havia esquecido na fuga maluca. Foi até a janela e viu o carro do rapaz saindo pela rua. Realmente, não sabia quais seriam os desdobramentos daquilo. Mas que a história não estava acabada, não estava.

Autor: brancopauzudo@hotmail.com
        

3 comentários:

  1. Que delicia de conto fico sempre de pau duro com essa história do Dr Marco Aurélio.
    www.pegadasdemachoma.blogspot.com.br

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