Vesti um short curto, um tênis e uma regata. Já era quase meia noite, Copacabana fervilhava de gente, alguns indo para noite, outros já chegando em casa dos botecos. Eu com um fogo daqueles, uma vontade doida de dar o cu. Com 35 anos, alto, corpo bem feito, músculos bem torneados, branco – sou gaúcho – pau grande e bunda idem – eu fazia sucesso, tanto indo quando vindo.
Andei pelo calçadão da praia procurando a foda que não tinha encontrado na internet. Uns caras meio mal encarados no posto 4 ficavam pegando no pau e olhando pra mim. Mas tinham muita cara de bandido, eu não me sentia a vontade. Continuei caminhando e vi um cara mais velho, um coroa de uns 55 anos, tomando uma água de coco e me sacando. O cara discretamente dava uma alisada no pau e ajeitava a pica pra esquerda, marcando o jeans que estava usando. Fiquei tesudo com a situação, mas o cara era meio feio, fiquei na duvida. Mas quando o tesao está batendo alto, a gente pensa menos e os critérios e exigências baixam bastante. Caminhei na direção do cara e sentei no banco que estava perto de onde ele estava. Em dois minutos o cara se aproximou e puxou papo.
- Boa noite cara, dando uma caminhada?
- To sim. Muito calor dentro de casa.
- Está mesmo! Eu estou terminando o trabalho e volto para casa daqui a pouco. Sou taxista, moro no Meier, mas sempre paro aqui em Copacabana para ver se dou uma relaxada e arrumo um carona pra dar uma aliviada.
- Você é bem direto cara, curti isso. Eu to num tesão danado, mas não moro sozinho, não tenho como receber ninguém.
- Nesse caso se quiser uma carona, posso dar uma encostada em uma rua tranquila pelo caminho e você me faz dar uma gozada. Depois te deixo no pelo meu caminho.
Pensei na proposta no cara. Estava no maior tesão e não tinha conseguido nada até aquela hora. Já era quase uma da manhã, então topei. Entramos no carro e fomos pela Avenida Atlântica, até a Princesa Izabel, atravessamos o túnel do Rio Sul, ele fez o retorno e parou em uma rua tranquila bem colada nos fundos do shopping. Nem bem tinha parado já foi abrindo o zíper da calça. A pica estava meia bomba, mas tinha potencial. Eu que modestamente sou bom de boquete, abaixei o banco do cara e comecei a alisar a caceta com a mão. Em minutos a pica subiu e ficou dura, cabeça brilhante, grande, uma delicia. Cai de boca.
- Chupa viadinho gostoso, tira leitinho do teu macho. Eu to precisando dar uma gozada. Minha mulher não dá conta mais de mim, a velha puta, eu preciso sempre procurar um viadinho pra um boquete.
Nisso eu escutava a conversa e via que o cara respirava cada vez mais forte. Meu pau ficou duro, meu cu piscava, ele com a mão dentro do meu short metia uns dedos no meu cuzinho limpinho, doido para levar a piroca dele.
- Me come cara, eu to num tesão pra dar o cu, me come...
- Chupa mais um pouquinho que daí a gente vê.
Voltei para pica do cara. Enquanto chupava massageava as bolas e sentia aquele cheiro de macho com tesão. Ele tinha ficado meio suado, aquele calor não tinha jeito, mas, estava com um cheiro delicioso de macho. Estava tão tesudo que meu pau duro, já para fora do short, “babava” encostado no banco do carro.
- Vou gozar cara, não tira a boca não!!!!
Não tive tempo nem de tomar um ar, o cara gozou enchendo minha boca de porra. Aquele gosto é meio estranho, mas a situação era tão tesuda que não tive como recusar. Guardei a porra na boca e quando ele acabou de gozar abri a porta do carro e cuspi tudo para fora.
- Poxa cara, você não me avisou, fiquei na mão aqui. Meu rabo estava pronto para levar tua pica...
- Fica para próxima garotão, eu raramente como cu na rua. Mas te deixo no Aterro se você quiser. Lá seguramente você terá outras chances, com esse corpo gostoso que você tem.
Concordei com a cabeça e me lembrei do Aterro. Fazia um tempo que não passava por lá, sabia que havia tido uma onda de violência no lugar. Me dava um pouco de medo, mas com aquele calor e aquele fogo no rabo, quem tem medo do lobo mau?
Desci bem em frente o Hotel Glória. Ou o que sobrou dele, despois da reforma mal sucedida e da falência do fulano empreendedor. Coloquei o dinheiro trocado que eu tinha dentro do tênis junto com minha identidade e entrei embaixo das árvores, na área do parque. Havia realmente umas pessoas andando de um lado pro outro, naquela pegação de sempre. Peguei no pau de uns dois caras, mas os caras viam meu pau grande acabavam agachando e me chupando. Curti isso um pouco, mas não estava afim de ser ativo ou de ser chupado: queria dar o cu.
Fui andando mais pra longe, até que encontrei umas pistas de skate. Vi que um cara mais barrigudo, alto, parecia careca, estava encostado em uma árvore balançando a pica para fora da calça. Cheguei mais perto e vi que ele estava usando um uniforme de um restaurante, deveria ser garçom. Cheguei junto do cara e segurei o cacete. Era uma piroca de respeito. Aquilo deveria ter uns 20 cm fácil, ainda por cima bem grosso. Não falamos nada um paro outro, ele só forçou minha cabeça para baixo e eu comecei uma nova mamada. Claro que quando se esta numa pegação e se começa uma mamada sempre chega mais gente. Um cara, vendedor ambulante, chegou junto. Vi que era vendedor abulante por que estava com uma mochila cheia de carregadores e capas de celular e outras bugigangas que eu não conseguia identificar. O careca me olhou e apontou para uma mureta larga que estava próxima, que na realidade separada a pista de skate. Fomos até a mureta, os três. O careca me mandou tirar a bermuda. Fiquei meio com medo, mas estava com aquele tesão. Tirei na hora. Mandou que eu me abaixasse e ficasse de quatro na mureta. Fiquei. Quando vi, ele estava abrindo minha bunda e metendo a boca. Vi estrelas de tesão. Meu peito fico duro, meu pau latejava, meu cuzinho piscava na boca do coroa.
- Chupa ai pô!
Quando olhei pra cima era o negão, também com uma caceta enorme, balançando o caralho bem na altura da minha cara. Abri a boca e o cara meteu o pau. Eu chupava e sentia o cara me chupando. Meu cuzinho se abria e meu tesão chegava a níveis insuportáveis.
- Agora vira de frango que eu vou te comer viadinho!
O careca já estava na posição. Como pau pra fora, as calças arriadas, esperava que eu ficasse na posição de frango assado. Eu rapidamente me virei e fiquei de frango.
- Coloca uma camisinha cara!
- Eu to sem aqui, você tem?
- Eu não tenho pô, alguém ai tem?
Ninguém tinha uma porra de uma camisinha. Olhei pra cara do careca, pau enorme duro na mão. Nisso ele vira e fala:
- Fica tranquilo aí garotão, vou dar só uma brincadinha. Sou 100% saudável, casado, não vou meter todo, só vou meter a cabecinha e tirar.
Era uma mentira que qualquer pessoa com mais de dez anos de idade não acreditaria, mas eu estava tão tesudo que deixei. Meu cu estava tão lubrificado com a saliva do cara que o cacete parecia não forçar tanto. Ele fazia um pouco de pressão e tirava. Fazia um pouco de pressão e tirava. Eu tentava chupar o negão, mas estava com tanto tesão em ser penetrado que não conseguia me concentrar no boquete. Minhas pregas foram todas se abrindo. Em uma das colocadas, sentia a cabeça da pica entrar toda. Ele colocou e tirou. Olhou na minha cara, deu uma cuspida no pau e meteu de uma vez só, sem dó nem piedade. Senti a pica chegar no meu estômago. Mas estava tao tesudo – e a verdade é que eles estavam também – que ele começou a me foder com violência e o negão a meter e tirar o cacete da minha boca.
Em questão de segundos abri mais minhas pernas ainda, expondo meu cu completamente paro cara. Ele segurava com as duas mãos na mureta e com o rosto perto do meu e também quase encostando na pica do negão me comia com força. Meu pau estava tão duro que se eu o tocasse gozaria no mesmo instante. O cara ficou fodendo por uns minutos e anunciou que iria gozar.
- Tira cara, goza fora – pedi eu, quase em tom de suplica.
- Fora o cacete viado, vou encher teu cu de leite, o verdadeiro leite de minas seu puto.
Nisso senti o pau do cara inchando no meu cu e derramando os jatos de porra dentro. Não tive tempo de reagir (nem queria). Fiquei com as penas abertas no ar e com ele respirando em cima de mim, com o corpo pesado apoiado no meu. Minhas mãos estavam presas pelo corpo do cara e eu não conseguia me tocar. Nisso ele levantou rápido e tiro o pau. Eu levantei a cabeça meio que para ver o que ia acontecer quando o vi o negão que eu estava chupando antes se posicionar na minha frente. Não consegui dizer uma palavra e o cara meteu a pica de uma vez no meu cu. O cacete entrou macio e quente. O cara segurava meu peito com as duas mãos e bombava com tanta força, que eu não conseguia ficar com a cabeça na mureta sem machucar.
O pau do cara não era tao grosso quando o outro, mas era grande e engrossava na base. Ele forçava minha pernas para abrir mais ainda e fazer a penetração mais profunda. Também sabia que tinha o pau grosso na base e queria me arrombar de vez. Eu sentia suas bolas enormes baterem na minha bunda e a pica entrando fundo.
- Vou gozar seu filho de puta! Vai tomar leite de dois machos viado escroto!
Nisso senti o cara gozando. Grunia e se alongava enquanto se derramava dentro do meu cu. Ele segurou na minha pica, e como eu previra, gozei longe, vi minha porra passar por cima da minha cara. O cara tirou a pica e eu baixei as pernas. Não tinha forças nem pra andar. Vesti minha bermuda e sai da mureta, deitei na grama e fiquei olhando o mato. Notei que mais gente tinha assistido a foda meio de longe e curtido. Foi uma noite de deixar saudades.
Autor: brancopauzudo@hotmail.com
bosta de conto.
ResponderExcluirQue merda é essa? Aff
ResponderExcluirSou maduro, másculo, 49 anos, boa aparência, dou gostoso e sem frescura..mamada ótima, eu garanto.. curto mamar até sair leite e beber o leite do macho. Afim ? Me chama no whatsapp, 11-98818-9502. Moro no centro de SP. Sou somente passivo.
ResponderExcluirCriei esse grupo no telegram pra quem gosta de mostrar o pinto
ResponderExcluirhttps://telegram.me/joinchat/DFE5JwoeUUizvGg1BxdoLQ
conto fake...
ResponderExcluirBlog cada vez pior, a cada postagem cada vez menos comentários, mas o Roberto é mega arrogante e prefere não aceitar críticas a tentar melhorar. Paciência!!!! Conto mais imbecil!!!
ResponderExcluirParem de criticar tudo bando de viado do caralho. O conto é ótimo! Vão transar suas penosas!
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